| Processo: | 16/12700-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Derval dos Santos Rosa |
| Beneficiário: | Clara Rodrigues Bauli |
| Instituição Sede: | Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fibras lignocelulósicas Polímeros (materiais) Hidrólise enzimática Resíduos biodegradáveis Nanocristais Celulose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bionanocompósitos | nanocelulose | Pbat | Resíduos celulósicos | Polímeros |
Resumo Polímeros Biodegradáveis são uma alternativa para os atuais problemas ambientais de acúmulo de resíduos plásticos. O poli(butileno adipato co-tereftalato) (PBAT) é um dos polímeros biodegradáveis que, devido a suas características semelhantes, seria um substituto adequado para o não-biodegradável polietileno. Entretanto, suas propriedades mecânicas usualmente inferiores, quando comparadas aos polímeros tradicionais, são limitantes a sua aplicação. A utilização de nanocelulose em compósitos biodegradáveis reforçados é uma candidata atraente pois modifica esta deficiência ao agir como reforço mantendo a biodegradabilidade do material. Porém, a compatibilização entre a nanocelulose e matrizes poliméricas hidrofóbicas como PBAT ainda é um desafio. Este projeto propõe o estudo da incorporação de nanocelulose extraída de pó de madeira por metodologia enzimática a partir de resíduos celulósicos com uma obtenção ambientalmente amigável, desenvolvida no projeto anterior apoiado pela FAPESP, em PBAT formando um nanocompósito biodegradável com amplo campo de aplicações, seja em embalagens ou outras atividades que necessitem de polímeros flexíveis com melhores propriedades. Neste, propõe-se a avaliação da incorporação de nanocelulose com e sem a aplicação de pré-tratamentos que visam eliminar hemicelulose e lignina, uma vez que tais componentes são citados como possíveis compatibilizantes. Também é proposto a utilização de surfactante/umectante como modificadores de superfície da nanocelulose facilitando interação nanocelulose-matriz, sendo que esta será caracterizada por espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) e potencial zeta. Serão testadas três concentrações de reforço: 1%, 3% e 5%, por duas técnicas de incorporação: dissolução por solvente e seu processamento mecânico, avaliando a eficiência dos dois processos de mistura. As características dos compósitos obtidos serão avaliadas por ensaio mecânico de tração, análise termogravimétrica, ensaio de permeabilidade, ângulo de contato e de biodegradabilidade. | |
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