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Terapia gênica com CX3CL1 para isquemia de membro de camundongo

Processo: 16/09547-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Sang Won Han
Beneficiário:Carlos Alberto Vergani Junior
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/20206-8 - Modulação de monócitos, macrófagos e pericitos pelos genes dos fatores estimuladores de colônia para tratamento de isquemia de membros em modelo murino, AP.TEM
Assunto(s):Genética médica   Doença arterial periférica   Terapia genética   Aterosclerose   Isquemia   Regeneração tecidual   Macrófagos   Monócitos   Angiogênese

Resumo

A doença arterial periférica (DAP) é uma enfermidade provocada pelo estreitamento ou obstrução dos vasos sanguíneos arteriais. Uma das principais manifestações da DAP é a isquemia crônica crítica de membro (ICC), que é geralmente causada por aterosclerose. Os macrófagos atuam no reparo dos tecidos isquêmicos e lesionados ou nas situações de homeostase, estimulando a formação de novos vasos. Os macrófagos podem ter fenótipo M1 (pró-inflamatórios) ou M2 (pró-resolutivos). Estudos mostram que os macrófagos M2 são ativos nos processos de angiogênese, fibrose, reparo e regeneração tecidual. A proteína de transmembrana Fractalkine/CX3CL1 é uma molécula quimiotática que participa do recrutamento de monócitos LY6Clow. Estes monócitos são fundamentais para o processo resolutivo do tecido, pois ao sofrerem diapedese nos capilares, adquirem características fenotípicas de macrófagos M2. A proposta deste projeto é avaliar a capacidade de recrutamento de monócitos LY6Clow pela transfecção do gene CX3CL1 no membro isquêmico, a formação de macrófagos M2 e a reparação do músculo isquêmico.