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Anestesia do plexo braquial em teiús (Salvator merianae): aspectos anatômicos e técnicos

Processo: 16/12868-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Adriano Bonfim Carregaro
Beneficiário:Raíssa Casteliani Marinho Falcão
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Anatomia animal   Anestesiologia   Analgesia   Plexo braquial   Dissecção   Lidocaína   Salvator merianae

Resumo

O presente estudo pretende descrever a região anatômica do plexo braquial de teiús (Salvator merianae), por meio da dissecação de cadáveres, e avaliar a eficácia da anestesia locorregional do plexo braquial de teiús utilizando lidocaína 2% ou bupivacaína 0,5% sem vasoconstritor. Para a descrição do plexo braquial serão utilizados três cadáveres de teiús. Será dissecado o antímero esquerdo dos animais com auxílio de bisturi e divulsão dos músculos com auxílio de tesoura romba-romba para observação da origem e distribuição dos ramos nervosos que compõem o plexo braquial. Após isso, será administrado azul de metileno no antímero direito dos cadáveres com auxílio de uma agulha 22G, pelo melhor acesso indicado pela dissecação. Para a avaliação do bloqueio locorregional serão utilizados seis teiús adultos, de ambos os sexos e comprovadamente hígidos por meio de exames laboratoriais (hemograma e bioquímico). Os animais serão autocontroles e participarão de dois grupos experimentais: lidocaína 2% sem vasoconstritor (LIDO) e bupivacaína 0,5% sem vasoconstritor (BUPI). Os volumes administrados serão iguais (entre os grupos) e serão determinados de acordo com a primeira parte do estudo. A administração dos anestésicos será realizada com o auxílio de um localizador de nervos e o período de latência e duração do bloqueio serão determinados por meio de estímulo álgico pressórico e elétrico. Espera-se obter resultados que determinem a melhor via de acesso ao plexo braquial para administração das doses adequadas de lidocaína e bupivacaína, inibindo a sensibilidade local no paciente e tornando esta técnica rotineira em procedimentos cirúrgicos no membro torácico ou analgesia pós-cirúrgica.