| Processo: | 16/00328-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Osmar Malaspina |
| Beneficiário: | Annelise de Souza Rosa Fontana |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/50197-2 - Ação de produtos empregados no cultivo da cana-de-açúcar sobre organismos não alvos, AP.BIOEN.TEM |
| Assunto(s): | Cana-de-açúcar Agrotóxicos Inseticidas Abelhas Abelhas-sem-ferrão Ecotoxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abelhas nativas | agrotóxicos | cana-de-açúcar | Criação in vitro | Inseticidas | Ecotoxicologia de abelhas |
Resumo Os testes de toxicidade para aplicação nas avaliações de risco de inseticidas a abelhas são realizados de acordo com as diretrizes estabelecidas pela OCDE. No Brasil, a pesquisa científica carece de métodos padronizados que permitam a proposição de políticas regulatórias no que tange à proteção aos polinizadores nativos, a fim de que essas informações possam ser disponibilizadas ao público e adotadas como procedimentos-padrão em testes de toxicidade. No País, até o momento, não é utilizado um modelo para estimar o risco de exposição de abelhas a agrotóxicos, e o IBAMA usa como base para avaliação a abordagem norte americana. No entanto, o modelo norte americano, bem como os testes da OCDE, apresenta dados particularmente referentes à espécie A. mellifera, e na região Neotropical, atualmente existem 409 espécies descritas de abelhas nativas sociais. Assim, a utilização de A. mellifera como modelo ecológico para testes de toxicidade no Brasil tem sido questionada. Dessa forma, considerando a busca por um planejamento adequado de políticas públicas de proteção às abelhas nativas, e a necessidade do estabelecimento de espécies representantes da fauna nativa de abelhas a serem consideradas como organismos-modelo, bem como a padronização de métodos para a execução de testes de toxicidade de agrotóxicos sobre estes organismos, a proposta do presente projeto se enquadra perfeitamente às necessidades atuais para este propósito. Além disso, propusemos para este estudo, a utilização do neonicotinóide tiametoxam, ingrediente ativo que, dentre os três que se encontram atualmente em processo de reavaliação pelo IBAMA, possui regulamentação e autorização para aplicação aérea sobre a cana de açúcar, cultura predominante no Estado de São Paulo. | |
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