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Análise do fluxo autofágico durante a agregação proteica contendo alfa-sinucleína e tau hiperfosforilada em cultura de células do hipocampo, substância negra e locus coeruleus

Processo: 16/14513-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Merari de Fátima Ramires Ferrari
Beneficiário:Rafaela Regina Cardoso
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Substância negra   Locus cerúleo   Hipocampo   Autofagia   Degeneração neural

Resumo

Alterações na estrutura e composição bioquímica das células, formação de placas senis e neurofibrilares são características comuns do encéfalo em processo degenerativo. Esses emaranhados neurofibrilares são constituídos essencialmente por proteína tau hiperfosforilada. A presença desses agregados proteicos leva a prejuízos intracelulares que culminam em morte celular. A falha nas vias de degradação celular pode favorecer a agregação de proteínas intra e extracelulares e culminar com a neurodegeneração. Desta forma, pretende-se analisar a formação e degradação dos autofagolisossomos e a co-localização dos autofagossomos com a tau hiperfosforilada e a alfa-sinucleína, a fim de estudar a relação do fluxo autofágico com a formação dos agregados proteicos. Para essa análise, serão empregadas sondas fluorescentes as quais marcam organelas ácidas com cores distintas dependendo da faixa do pH, bem como anticorpos específicos para a marcação da proteína tau hiperfosforilada e da alfa-sinucleína. O estudo será realizado em culturas primárias de células do hipocampo, substância negra e locus coeruleus submetidas a exposição a rotenona em concentrações de 0,3 a 1nM, sendo que esta última concentração já determina a presença de agregados proteicos contendo tau hiperfosforilada e alfa-sinucleína nas células de estudo.

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