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Revisão taxonômica, filogenia e biogeografia de Martinella Baill. (Bignonieae, Bignoniaceae)

Processo: 16/04143-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Lúcia Garcez Lohmann
Beneficiário:Eric Yasuo Kataoka
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50260-6 - Estruturação e evolução da biota amazônica e seu ambiente: uma abordagem integrativa, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Biodiversidade   Região neotropical

Resumo

A região Neotropical se destaca por abrigar a mais rica biodiversidade global. Estudos focados nesta região prometem responder questões evolutivas e biogeográficas que permanecem sem resposta há muito tempo. Diversas hipóteses foram propostas para explicar a alta biodiversidade encontrada na região Neotropical, mas ainda temos muitas incertezas sobre os fatores responsáveis pela geração e manutenção da biodiversidade nesta região. Apesar disso, já existe um consenso de que a diversificação da biota Neotropical foi ocasionada por uma complexa conjunção de fatores inter-relacionados. A tribo Bignonieae é composta por 21 gêneros e 393 espécies endêmicas da região Neotropical, representando um excelente modelo para estudos evolutivos e biogeográficos na região Neotropical. Martinella Baill. é um gênero monofilético, bem sustentado por caracteres morfológicos e moleculares. O gênero é composto por três espécies (Martinella insignis A.H. Gentry ex Zuntini & L.G. Lohmann, M. iquitoensis A. Samp. e M. obovata (Kunth) Bureau & K. Schum.), e é caracterizado especialmente pela presença de uma costa interpeciolar contínua que circunda o caule e cálice bilobado ou 3-4-partido. Martinella insignis ocorre na Mata Atlântica, enquanto as outras duas espécies são amplamente distribuídas nas regiões amazônica e na América Central. Martinella iquitoensis e M. obovata apresentam sobreposição de caracteres morfológicos, o que dificulta a delimitação destas espécies. Este projeto visa: (i) Reconstruir a filogenia de Martinella com base em marcadores moleculares (ndhF, rpl32-trnL e PepC) e dados provenientes de "Sequenciamento de Próxima Geração"; (ii) Realizar uma revisão taxonômica de Martinella utilizando dados morfológicos e informações provenientes da filogenia molecular; e, (iii) Reconstruir a história biogeográfica do grupo. Este trabalho está inserido em um projeto mais amplo coordenado pela Profa. Dra. Lúcia G. Lohmann, que visa compreender a evolução e estruturação da biota Amazônica e seu ambiente.

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