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Avaliação do perfil inflamatório tumoral em mulheres com câncer de mama

Processo: 15/25233-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Luiz Affonso Fonseca
Beneficiário:Beatriz Colosso Bramante
Instituição-sede: Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Organização Social de Saúde. Fundação do ABC. Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias mamárias   Oncologia   Interleucinas

Resumo

Dentre todos os tipos de câncer, o de mama é o mais comum entre as mulheres (depois do de pele não-melanoma), no Brasil e no mundo. Relativamente raro antes dos 35 anos de idade, a incidência da doença aumenta progressivamente, especialmente após os 50 anos. Além da incidência, a enfermidade responde pela principal causa de mortalidade por câncer entre mulheres. De acordo com a estimativa de 2015 do INCA, são esperados 57.120 novos casos de câncer da mama no Brasil, com um risco estimado de 57 casos a cada 100 mil mulheres (INCA, 2015). Os processos de invasão e metastização dependem de algumas capacidades adquiridas pelas células tumorais, tais como auto-suficiência em sinais de crescimento, insensibilidade a sinais de inibição de crescimento, potencial replicativo ilimitado e angiogênese assegurada.Atualmente, aumentam-se as evidências de que a resposta inflamatória tem importante papel nos diferentes estágios de desenvolvimento do tumor, incluindo iniciação, promoção, malignidade, invasão e metástase, enquanto as células de defesa assumiriam papel protetor contra o tumor. Neste contexto, o sistema imune é um importante determinante no microambiente. Desse modo, pretende-se estudar a expressão de genes envolvidos na inflamação em biópsias e no sangue periférico de mulheres com câncer de mama.