| Processo: | 16/14501-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia |
| Acordo de Cooperação: | ESRC, UKRI ; Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO) |
| Pesquisador responsável: | Maria de Fátima Andrade |
| Beneficiário: | Veronika Sassen Brand |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/50128-9 - Astrid - accessibility, social justice and transport emission impacts of transit-oriented development strategies, AP.TEM |
| Assunto(s): | Poluição do ar Emissões de veículos Modais de transportes Modelos de qualidade do ar Área urbana São Paulo (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | emissões veiculares | Impacto de diferentes modais de transporte | Modelos de Qualidade do Ar | Transporte de poluentes em áreas urbanas | Poluição do Ar |
Resumo Com o aumento do número de habitantes vivendo atualmente em centros urbanos, surge a necessidade de se investigar o impacto desse crescimento na poluição do ar, clima local e os efeitos desses sobre a população. São Paulo, uma das quatro megacidades da América Latina e a mais populosa dentre elas, no entanto, possui poucos estudos sobre como os poluentes de emissão veicular se dispersam em uma escala local urbana e quanto dessa concentração afeta efetivamente a população exposta. Propõe-se então, nesse trabalho, utilizar os dados medidos de MP2,5 e sua fração de Black Carbon, nos diferentes modais de transporte, terminais de ônibus e calçadas, na cidade de São Paulo para descrever a dispersão desses poluentes emitidos por veículos em uma escala urbana através do acoplamento de um modelo de mesoescala a um modelo de dispersão, associando os resultados à exposição da população aos poluentes, a questão da desigualdade espacial do transporte e simular cenários de alteração do sistema de transporte público e da frota veicular. Pretende-se, assim, conhecer qual é a exposição da população ao material particulado considerando os diferentes modais de transporte mais utilizados em São Paulo, como, ônibus, carros, caminhadas e bicicleta. Espera-se também promover a interação com estudos semelhantes em outras megacidades do mundo, em particular Londres e Amsterdam avaliando e comparando as ações públicas de melhoria na qualidade do ar em diferentes realidades sócio-econômicas e de uso e ocupação da área urbana. (AU) | |
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