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Envolvimento da autofagia na hipertrofia do músculo esquelético em ratos com diabetes mellitus tipo-1

Processo: 16/11661-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Rui Curi
Beneficiário:Maria Vitoria Martins Scervino
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema musculoesquelético   Músculo esquelético   Hiperglicemia   Hipertrofia   Autofagia

Resumo

Pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 apresentam perda intensa de força e massa muscular esqueléticas. O músculo esquelético de animais diabéticos quando submetido à sobrecarga funcional sofre hipertrofia na mesma magnitude que nos animais controles. Nesse e em outros estados catabólicos, como câncer e caquexia, há aumento significativo da autofagia no músculo esquelético. O processo autofágico é importante para a homeostase celular e regulação da manutenção da massa muscular esquelética. Nesse estudo, avaliaremos as proteínas de sinalização relacionadas à autofagia durante hipertrofia muscular induzida por sobrecarga funcional no início do estado diabético induzido por estreptozotocina em ratos. Os experimentos serão realizados em músculos com predominância de fibras glicolíticas (extensor digital longo - EDL) e de fibras oxidativas (sóleo). O processo de autofagia será avaliado no período de 7 dias após indução da hipertrofia dos músculos EDL e sóleo pela ablação do músculo tibial anterior e tenotomia do músculo gastrocnêmio, respectivamente. Este período foi escolhido porque após 7 dias de hipertrofia muscular a via de síntese de proteínas atinge sua máxima ativação. Os marcadores moleculares da autofagia no músculo esquelético que serão avaliados por western blot estão envolvidos no processo de formação e maturação do autolisossomo: LC3, Beclin1, Atg7, p62, ULK1 e p-ULK1.