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Desenvolvimento de polimerossomos permeáveis à L-asparagina para encapsulação de L-asparaginase

Processo: 16/16221-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química
Pesquisador responsável:Carlota de Oliveira Rangel Yagui
Beneficiário:Cecilia Zorzi Bueno
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):17/05272-0 - Desenvolvimento de polimerossomos porosos com canais de anfotericina B para encapsulação de L-asparaginase, BE.EP.PD
Assunto(s):Nanotecnologia

Resumo

A presente proposta está vinculada ao projeto temático Fapesp No 2013/08617-7, intitulado "Produção de L-Asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico", coordenado pelo Prof. Adalberto Pessoa Jr., e inserida no contexto do subprojeto "Desenvolvimento nanotecnológico da L-Asparaginase para formulação farmacêutica", sob responsabilidade da Profa. Carlota Rangel Yagui. Esta proposta também conta com a colaboração do Prof. Giuseppe Battaglia, da University College London, havendo previsão de um estágio de pesquisa nessa instituição. O foco do presente projeto é o tratamento da Leucemia Linfóide Aguda, que tem como componente essencial a enzima L-asparaginase. Esta enzima possui atividade antineoplásica, pois promove a catálise da reação de hidrólise do aminoácido L-asparagina, o qual é essencial às células tumorais. Para melhorar aspectos de estabilidade, biodisponibilidade, toxicidade e alergenicidade, será realizada a encapsulação da enzima em polimerossomos, nanovesículas obtidas de copolímeros anfifílicos. Este projeto propõe o desenvolvimento de polimerossomos permeáveis à L-asparagina, de modo que a enzima permaneça encapsulada durante o tratamento. Para tal, o copolímero PEG-PCL será misturado a diferentes fosfolipídeos (DPPC e POPC) em diferentes proporções mássicas, obtendo-se vesículas híbridas. Os polimerossomos contendo ou não L-asparaginase serão caracterizados quanto à morfologia e parâmetros físico-químicos. Por fim, a eficiência de encapsulação da enzima e a taxa de depleção de L-asparagina serão avaliadas. (AU)

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