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Avaliação do efeito da inibição de AGO2 na extensão do dano e na recuperação funcional após lesão medular por transecção em ratos

Processo: 16/07716-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Vera Paschon
Beneficiário:Giovanna Rossi Beltrame
Instituição-sede: Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Traumatismos da medula espinal   MicroRNAs   Neurofisiologia

Resumo

O trauma da medula espinhal tem consequências devastadoras, incluindo desregulação autonômica, dor crônica, aumento da sensibilidade dolorosa e muitas vezes leva a condições mais severas e debilitantes, como a paraplegia. Seguindo o primeio insulto, muitos processos acontecem no organismo, incluindo morte celular, neuroinflamação, e formação de cicatriz glial, o que agrava a condição geral do paciente. A maioria desses processos são regulados por miRNAs, que desempenha um importante papel pós-transcricional no controle da expressão gênica. Proteínas distintas regulam a função dos miRNAs, argonauta 2 (AGO2) integra o complexo RISC, mediando a regulação negativa do RNAm alvo devido a sua atividade catalítica que é raponsável pelo splicing (Berezhna, Supekova et al. 2011). Os papéis especificos da AGO2 na lesão não são bem compreendidos. Combinando imunofluorescência, TUNEL, e testes comportamentais o objetivo desse projeto é avaliar o papel da AGO2 na recuperação funcional dos movimentos dos membros inferiores e na propragação da lesão secundária. Com essa finalidade, ratos wistar serão submetidos a transecção na medula espinal e tratamento farmacológico com inibidor de AGO2, ácido aurintricarboxílico (ATA), diretamento no local da lesão. Depois de 7 e 14 dias, a função motora e sensorial serão avaliadas por análise de pegadas, teste do campo aberto, e teste rotarod. Além disso, iremos analisar a medua espinhal depois de 1,7 e 14 dias após a lesão empregando métodos moleculares, como TUNEL e imunofluorescência. As abordagens descritas acima podem contribuir com futuras terapias na medula espinhal para restaurar a conectividade entre cérebro e corpo.

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