| Processo: | 16/15741-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Alves de Souza |
| Beneficiário: | Isis Gabriela Barbosa Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transcriptoma Caracterização genética Análise de sequência de RNA Regulação da expressão gênica Genes Controle de doenças Xylella fastidiosa Toxinas bacterianas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | genes | Regulação | ribonuclease | RNA-seq | Sistema toxina-antitoxina | Transcriptoma | Controle de doenças bacterianas |
Resumo A citricultura é uma das agroindústrias mais importantes do Brasil, destacando-se na produção mundial de suco de laranja. Entretanto, devido a problemas fitossanitários, houve um aumento do custo de produção e consequente diminuição da área plantada proporcionando safras menores do que as esperadas. Algumas doenças se enquadram neste contexto e uma delas é a Clorose Variegada dos Citros (CVC), causada pela bactéria Xylella fastidiosa, a qual teve seu genoma sequenciado, para que sua biologia fosse mais bem conhecida. Dentre muitos estudos que se sucederam, descobriu-se que esta bactéria possui operons que codificam para sistemas Toxina-Antitoxina (TA). Estes têm funções que passam desde a manutenção de plasmídeos até respostas regulatórias para modulação de genes chaves para adaptação bacteriana a condições adversas no ambiente. Por exemplo, a superexpressão da toxina MqsR (uma ribonuclease que degrada mRNAs com motivos GCU) em X. fastidiosa induz a um aumento da formação de biofilme, repressão do movimento celular e ausência de patogenicidade in planta. Ainda, elevação nos níveis de expressão da toxina MqsR foi observada quando X. fastidiosa foi exposta ao cobre, um composto antimicrobiano, produzindo alterações nas células, tais como a indução na formação de células persistentes. Estas são variantes fisiológicas da célula e que são capazes de sobreviver mesmo quando expostas a níveis letais de compostos tóxicos. O mecanismo detalhado pelo qual este processo ocorre ainda não é totalmente conhecido, sendo, portanto de grande interesse a identificação das sequências-alvo dos genes regulados pela toxina MqsR, para que se possa entender melhor o papel desta toxina na regulação gênica e na indução de células persistentes em X. fastidiosa. (AU) | |
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