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Efeitos da lesão medular na qualidade da microarquitetura e da resistência mecânica do calo ósseo de ratos paraplégicos. será o ortostatismo capaz de manter ou melhorar a qualidade da consolidação óssea?

Processo: 16/04621-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Ariane Zamarioli
Beneficiário:Kelly Astolpho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Ortopedia   Traumatismos da medula espinal   Resistência mecânica   Consolidação da fratura   Ortostatismo   Incidência   Modelos animais de doenças   Microtomografia   Densitometria

Resumo

A incidência de lesão medular (LM) tem aumentado de maneira significativa e em nível mundial decorrente da urbanização, com aumento na estatística de acidentes automobilísticos e violência. A LM é uma condição até o momento irreversível, que interfere de maneira significativa e sistêmica na qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Diversos órgãos e tecidos são afetados em decorrência da lesão neurológica, dentre eles o tecido ósseo. Objetivo: investigar a influência da lesão medular na consolidação óssea e o efeito do ortostatismo na consolidação de ratos paraplégicos. Materiais e Métodos: 45 ratos serão aleatoriamente distribuídos em 3 grupos: (1) SHAM+FRAT: ratos normais submetidos à fratura óssea; (2) LM+FRAT: ratos com LM e fratura e; (3) LM+FRAT+O: ratos com LM, fratura óssea e tratados com ortostatismo. Nos grupos LM os animais serão submetidos à cirurgia para secção completa da medula espinhal em nível ósseo T10. No grupo SHAM a medula apenas será exposta, mas não seccionada (cirurgia placebo). Após 21 dias da cirurgia (LM ou SHAM), a fratura óssea será realizada na diáfise do fêmur direito pelo método fechado, com posterior fixação intramedular. O processo de consolidação será acompanhado por 14 dias. Três dias após a cirurgia para fratura óssea os animais do grupo OT serão submetidos ao ortostatismo 5x/semana, por 20 minutos. As análises serão: macroscópica; densitométrica (DXA); mecânica; histológica e microtomográfica (uCT). Os resultados permitirão avaliar os efeitos do ortostatismo na qualidade do calo ósseo de ratos paraplégicos.