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Atividade antifúngica do óleo essencial de Eucalyptus urograndis no controle da antracnose em morangos (Fragaria spp)

Processo: 16/15709-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Marta Helena Fillet Spoto
Beneficiário:Fabiane Barco Maximo
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Pós-colheita   Óleos essenciais   Eucalipto   Colletotrichum   Antracnose   Técnicas in vitro   In vivo   Testes de sensibilidade microbiana

Resumo

O morango é uma fruta de grande importância comercial, a qual fornece diversos nutrientes, mas que possui alta perecibilidade e se deteriora rapidamente, principalmente em função da degradação por fungos, dentre os quais se destaca o Colletotrichum acutatum, causador da antracnose. Frente ao uso irregular de fungicidas não registrados para a aplicação pós-colheita em morangos, os óleos essenciais (OE) tornam-se uma boa alternativa de controle do fungo. Os OEs das espécies de eucalipto possuem conhecido poder antifúngico e podem ser utilizados na pós-colheita de morango, entretanto, os estudos para algumas espécies são escassos, como é o caso do Eucalyptus urograndis. O presente projeto tem por objetivo avaliar a capacidade antifúngica do óleo essencial de E. urograndis para o controle do C. acutatum em morangos na pós-colheita. Para tanto, o OE extraído das folhas de E. urograndis será avaliado por métodos in vitro e in vivo. Na etapa in vitro, a capacidade antifúngica do OE será avaliada pela restrição do desenvolvimento do fungo inoculado no centro de uma placa de Petri contendo diferentes concentrações do produto. A Concentração Inibitória Mínima (CIM), ou seja, a menor concentração do produto que apresentar inibição de 100% do crescimento do fungo, será incorporada ao recobrimento comestível de carboximetilcelulose, e a sua eficiência antifúngica será avaliada no modo preventivo em três tratamentos (T1- recobrimento + inoculação modo preventivo; T2- recobrimento + OE + inoculação modo preventivo; T3- fruto sem recobrimento e sem óleo essencial) em cinco períodos de armazenamento (2, 4, 6, 8 e 10 dias). Assim, pretende-se desenvolver um produto natural que controle a antracnose em morangos e que contribua para o aumento de sua vida útil.