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Estudo das vesículas liberadas pelas células-tronco do epitélio ciliar de roedores e seu efeito na indução de pluripotência e progenitores retinianos

Processo: 16/18346-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Carolina Beltrame Del Debbio
Beneficiário:Ana Beatriz Batista de Abreu Bernardo Pereira
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/24001-1 - Papel dos microRNAs na regulação das células-tronco retinianas, AP.JP
Assunto(s):Oftalmologia   Retina   Células epiteliais   Regeneração (fenômenos biológicos)

Resumo

A retina é uma estrutura imprescindível para a percepção sensorial em vertebrados, contém fotorreceptores (cones e bastonetes) e vários subtipos de neurônios (células bipolares, ganglionares, amácrinas e horizontais) conectados em uma complexa rede neural para o processamento da informação visual. Este tecido é susceptível a vários insultos degenerativos ambientais e genéticos que resultam em perda visual ou cegueira completa. Embora não seja capaz de se regenerar, algumas células epiteliais localizadas na periferia retiniana, na região do Epitélio Ciliar, foram identificadas como células-tronco/progenitoras com capacidade de gerar novos neurônios retinianos. Apesar de possuir capacidade regenerativa, esta capacidade não se desenvolve de forma eficiente, indicando a presença de mecanismos inibitórios atuando sobre o potencial regenerativo das células do Epitélio Ciliar. Comumente, fatores inibitórios podem ser liberados por diferentes tipos celulares para que ajam em outras células e esses fatores podem estar contidos dentro de estruturas microvesiculares. Frente a isso, este projeto tem como objetivo avaliar a presença de estruturas microvesiculares nas células do Epitélio Ciliar, assim como sua liberação, análise de conteúdo, incorporação nas células adjacentes e seu efeito na capacidade regenerativa. Este estudo deve contribuir para uma melhor compreensão sobre os fatores e mecanismos de controle envolvidos na regeneração e resgate visual, visando uma possível terapia regenerativa retiniana ou complemento das terapias disponíveis atualmente. (AU)