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Experiência camponesa no México: práticas agroecológicas e resistência na terra nos estados de Puebla, Oaxaca e Chiapas

Processo: 16/20075-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 29 de novembro de 2016
Vigência (Término): 28 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Antonio Thomaz Júnior
Beneficiário:Diógenes Rabello
Supervisor no Exterior: Francisco Luciano Concheiro Borquez
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidad Autónoma Metropolitana, Xochimilco (UAM Xochimilco), México  
Vinculado à bolsa:15/02962-0 - A expansão do agrohidronegócio canavieiro no pontal do paranapanema (sp) e os desdobramentos para a agroecologia: estratégias de reprodução dos camponeses, BP.MS
Assunto(s):Geografia agrária   Campesinato   Agricultura sustentável   Indígenas

Resumo

As abordagens teóricas permitem delinear vínculos entre formas específicas de trabalho com a agroecologia ou com as práticas agroecológicas. Isso nos possibilita entender que a opção pela agroecologia representa uma ruptura de referenciais, tendo como preocupação a dimensão ambiental, por meio da qual se busca erradicar o uso de insumos químicos, formas cooperativas no âmbito da família, para assim frear a degradação ambiental por técnicas de cultivo que considerem a própria dinâmica da natureza, por meio de processos de trabalho compatíveis. Do mesmo modo, a dimensão social, com a produção de alimentos saudáveis, em diversidade e quantidade, privilegiando o trabalho de base familiar, e na base de todo o processo, a dimensão cultural, resgatando, recuperando e readaptando técnicas tradicionais de trabalho, permitindo a manutenção da identidade do sujeito do campo envolvido na produção agroecológica. Essas questões estão na base das nossas preocupações de apreender possíveis correlações entre a realidade dos camponeses e indígenas do México, especificamente nos estados de Puebla, Oaxaca e Chiapas, para desenvolver suas experiências de vida, na terra, mediante práticas semelhantes à agroecologia. Para isso, pretendemos investigar quais são suas práticas, formas de vida e de trabalho, lutas e resistências, e estabelecer aproximações com o campesinato do Pontal do Paranapanema (São Paulo - Brasil), originário da luta pelo acesso à terra, a partir dos anos 1990. (AU)