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Efeito do silenciamento gênico da ERK em cultura de células C2C12

Processo: 16/13174-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Aline Regina Ruiz Lima
Beneficiário:Luis Henrique Zucoloto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Insuficiência cardíaca   Sistema musculoesquelético   Músculo esquelético   Inativação gênica   Expressão de proteínas   Eletroforese   Imunofluorescência

Resumo

A insuficiência cardíaca crônica caracteriza-se por diminuição da capacidade para exercícios físicos devido à ocorrência precoce de fadiga e dispneia. Alterações de músculos esqueléticos podem contribuir para os sintomas. Uma alteração frequente é a modificação na composição das cadeias pesadas de miosina (MyHC), cujos mecanismos responsáveis não estão completamente esclarecidos. As proteínas quinases ativadas por mitógeno (MAPK), especialmente a ERK, modulam a expressão das MyHC. Entretanto, o papel da ERK nessa modulação ainda é controverso. Em estudo prévio, observamos que ocorre redução na expressão proteica de ERK 1/2 no diafragma de ratos com insuficiência cardíaca induzida por infarto do miocárdio, acompanhada de mudança das cadeias pesadas de miosina. Diante de informações conflitantes, o silenciamento da ERK em pesquisa com célula isolada pode trazer melhor compreensão sobre sua função no músculo esquelético. Portanto, a fim de identificar os efeitos específicos que a diminuição da proteína ERK, decorrente da insuficiência cardíaca, causa diretamente no músculo esquelético, será realizado o silenciamento gênico dessa proteína. Serão utilizadas células musculares C2C12 cultivadas em cultura. O silenciamento gênico será feito através de RNA de interferência específico para ERK. As isoformas das MyHC serão avaliadas por eletroforese e imunofluorescência. O trofismo muscular também será avaliado nas lâminas marcadas com imunofluorescência. Comparação entre os grupos será dada pelo Teste t de Student.

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