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O uso de microssatélites na avaliação da descontinuidade genética encontrada em Gracilaria caudata (Gracilariales, Rhodophyta) ao longo da costa brasileira

Processo: 16/16524-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 06 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 05 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica
Pesquisador responsável:Estela Maria Plastino
Beneficiário:Lígia Maria Ayres Ostrock
Supervisor no Exterior: Christophe Destombe
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Station Biologique de Roscoff, França  
Vinculado à bolsa:15/14893-2 - "filogeografia de Gracilaria caudata (Gracilariales, Rhodophyta): um estudo de descontinuidade genética baseado em evidências fisiológicas e moleculares", BP.PD
Assunto(s):Algologia   Repetições de microssatélites

Resumo

Considerando-se a importância de estudos genéticos populacionais para melhor compreender a distribuição das algas marinhas bentônicas na costa brasileira, selecionamos como espécie modelo Gracilaria caudata. Estudos anteriores identificaram estruturações geográfica em populações ao longo da costa brasileira, indicando a existência de uma possível barreira genética influenciada por fatores ambientais. Os três grupos encontrados têm como limites os estados de Pernambuco, Bahia e Espírito Santo, uma região que faz parte da cadeia vulcânica submarina denominada Vitória-Trindade, e que também inclui a foz do rio São Francisco. No entanto, as populações dos estados de Alagoas e Sergipe não foram previamente amostradas. Além disso, para a região Sudeste apenas duas populações foram amostradas (Espírito Santo e São Paulo), que não incluem a população localizada no extremo sul da distribuição da espécie (Santa Catarina). No atual projeto, pretende-se: i, acessar a diversidade genética de cinco populações de G. caudata com o uso de microssatélites, a fim de melhor compreender as possíveis relações evolutivas entre as diferentes populações, além de permitir uma delimitação mais precisa da zona de transição biogeográfica da costa brasileira.

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