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O Império nas imagens: a Expo'98 e a (re) construção iconográfica do Império Português

Processo: 16/16798-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Ana Paula Torres Megiani
Beneficiário:Lair de Paiva Junior
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/06557-8 - O Império nas imagens: a Expo'98 e a (re)construção iconográfica do Império Português, BE.EP.IC
Assunto(s):História ibérica   Alteridade   Descobrimento do Brasil   Império Português

Resumo

O presente projeto de pesquisa propõe-se a analisar a construção discursiva (editorial e curatorial) apresentada pela "Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses" nas publicações que precedem a Expo98 - uma exposição internacional realizada em Lisboa, no ano de 1998, em homenagem aos quinhentos anos dos "Descobrimentos portugueses". Embora nosso projeto esteja voltado aos discursos historiográficos oficialmente apresentados nas publicações, assim como à curadoria da iconografia do Império Português designada para aquele contexto de celebração, temos como segundo eixo de análise discutir sobre a Expo98 comparando-a com o maior evento oficial até então realizado em Portugal em comemoração aos "Descobrimentos": a Exposição do Mundo Português de 1940. Sendo assim, o objeto do projeto aqui apresentado é identificar e analisar, criticamente, se há resíduos de elementos discursivos relativos às ideologias do Estado Novo português - presentes nos catálogos da Exposição de 1940 - reproduzidos no bojo das temáticas editoriais organizadas pela referida Comissão. Dito de outro modo, nossa pesquisa buscará analisar mudanças e permanências discursivas em publicações (catálogos) produzidas sob demanda de exposições realizadas em contextos políticos opostos: a primeira, inserida no âmbito do regime autoritário salazarista; a segunda, no auge do neoliberalismo e da redemocratização republicana portuguesa pós Revolução dos Cravos. (AU)