| Processo: | 16/16166-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Caroline Cristiano Real Gregório |
| Beneficiário: | Karina Henrique Binda |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Doença de Parkinson Doenças neurodegenerativas Exercício físico Comportamento motor Neuroquímica Técnicas histológicas Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comportamento Motor | córtex motor | exercício físico | Modelo da doença de Parkinson | Neuroplasticidade | 6-hidroxi-dopamina | Neurofisiologia |
Resumo A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum entre as pessoas idosas, sendo responsável por alterações motoras. O exercício físico, por sua vez, já foi descrito por seus efeitos benéficos na DP com diminuição da perda neuronal, melhora comportamental e mudanças no padrão de excitabilidade cortical. O objetivo deste projeto será entender o exercício físico como uma possível forma de retardar ou inverter as alterações motoras da DP em sua fase inicial, correlacionando alterações histológicas de tecidos encefálicos de ratos com a imagem neurofuncional (um procedimento possível na clínica médica) e testes comportamentais. Para isto, iremos avaliar mudanças neuroquímicas, neurofuncionais e comportamentais após 10 dias de indução do modelo da DP. Os ratos serão submetidos ao modelo da DP induzido por 6-hidroxidopamina estriatal unilateral e ao protocolo de exercício em esteira. As respostas comportamentais dos ratos serão investigadas com teste do cilindro. A ativação celular e microglial serão determinadas pela imunomarcação para Egr1 e Iba1, respectivamente. Será determinada, por imuno-histoquímica, a marcação para GFAP, proteínas sinápticas (sinapsina e sinaptofisina) e estruturais (neurofilamentos e MAP-2), e ainda, receptores dopaminérgicos (D1 e D2) e de BDNF (TrKb e p75) em várias regiões encefálicas envolvidas com respostas motoras. Avaliaremos as alterações neurofuncionais nos ratos com imagens obtidas marcadas com o radiofármaco Fludesoxiglicose-(18F) ([18F]FDG) obtidas na tomografia por emissão de pósitrons (PET), que avalia a atividade da glicose no encéfalo dos ratos. Assim, esse estudo ajudará no entendimento das mudanças motoras na DP em sua fase inicial e poderá correlacionar com os eventos celulares, moleculares, comportamentais e neurofuncionais da DP produzido pelo exercício físico. | |
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