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Avaliação do desenvolvimento fetal em ratas prenhes expostas durante a gestação à fumaça do crack: estudo toxicológico materno-fetal

Processo: 16/17050-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Isis Machado Hueza
Beneficiário:Evelyn Martins Souza Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Assunto(s):Teratogênese   Cocaína   Cocaína crack

Resumo

Atualmente, tem se observado um aumento no número de mulheres usuárias do crack, que para garantir seu uso constante, trocam a prática sexual pela droga; e mesmo quando engravidam, continuam com o uso compulsivo deste entorpecente. Em usuárias gestantes, a avaliação dos efeitos tóxicos do crack sobre o feto é de difícil mensuração devido muitas vezes à associação do uso de outras drogas ou fatores como desnutrição e estresse social. Assim, o modelo animal é de imprescindível contribuição científica. Para tal, o presente estudo dará continuidade ao projeto anteriormente aprovado pela Fapesp (proc. 2012/24550-7) visando avaliar os efeitos perinatais maternos e fetais da exposição de ratas gestantes à fumaça do crack. Serão utilizadas ratas Wistar gestantes divididas em 4 grupos iguais (n=10/grupo). Um grupo experimental (CK) exposto à droga; um grupo controle (Co) submetido às mesmas condições da queima da droga em aparato desenvolvido para tal; um grupo controle do controle (CC) e um grupo pair-fed (PF) que receberá apenas a mesma quantidade de alimento que o grupo CK, uma vez que a droga possui efeito anorexígeno, possibilitando, desta forma, averiguar de fato os efeitos tóxicos não relacionados à desnutrição. Será realizada análise de parâmetros maternos (peso e ganho de peso, número de reabsorções, número de corpos lúteos etc) e parâmetros fetais (peso, morfologia, avaliação óssea e visceral etc), conforme protocolos clássicos de teratogenicidade.

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