| Processo: | 16/13949-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 23 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Fernando Rodrigues da Silva |
| Beneficiário: | Diogo Borges Provete |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/50714-0 - Influência de processos ecológicos e evolutivos na estruturação de comunidades de anfíbios em diferentes escalas espaciais e temporais, AP.BTA.JP |
| Assunto(s): | Ecologia de comunidades Macroecologia Biogeografia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | Diversidade de espécies | diversidade funcional | Macroecologia | Macroevolução | método comparativo filogenético | Ecologia de Comunidades |
Resumo A Floresta Atlântica (FA) é um dos hotspot globais de conservação devido ao grande número de espécies endêmicas sob alto grau de ameaça. Vários modelos têm sido propostos para explicar as causas da alta biodiversidade neste bioma. Por exemplo, a teoria de refúgios propõe que áreas são mais ricas em espécie atualmente porque foram climaticamente estáveis durante o Plio-Pleistoceno. Por outro lado, barreiras de dispersão e especiação alopátrica parecem ser importantes para determinar a diversidade genética de algumas espécies. No entanto, ainda não existe consenso sobre a importância relativa destes modelos ou como eles variam ao longo do espaço e entre organismos com diferentes habilidades de dispersão e tolerância térmica. Logo, iniciativas que integram abordagens de áreas como ecologia, macroevolução e evolução fenotípica podem contribuir para formar um cenário amplo sobre os processos chave na formação da biota da FA. Neste projeto pretendo explorar como a diversidade funcional de mamíferos não voadores, anfíbios e aves varia espacialmente e quais suas causas subjacentes. Para tanto vou utilizar dados já disponíveis na literatura e compilar um banco de dados inédito para anfíbios da região. Além disso, vou utilizar métodos filogenéticos comparativos para investigar a evolução destes atributos ao longo das filogenias de espécies de cada grupo. Por fim, vou investigar como o nicho climático influenciou a taxa de evolução destes atributos. Diferentemente de estudos envolvendo somente riqueza de espécies, este conjunto de análises permitirá inferir mecanismos ecológicos e evolutivos envolvidos na distribuição de facetas complementares da biodiversidade. (AU) | |
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