Busca avançada
Ano de início
Entree

Influência da suplementação de cajá na remodelação cardíaca após o infarto agudo do miocárdio

Processo: 16/16348-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2016
Vigência (Término): 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marcos Ferreira Minicucci
Beneficiário:Fernanda Caroline de Oliveira Arruda
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cajá   Insuficiência cardíaca   Infarto do miocárdio   Remodelação ventricular   Cardiologia

Resumo

As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no mundo e estima-se que, em 2030, elas serão responsáveis por aproximadamente 23,6 milhões de óbitos. Dentre as doenças cardiovasculares, podemos destacar as síndromes coronarianas agudas, principalmente o infarto agudo do miocárdio (IAM). A insuficiência cardíaca é uma frequente complicação após o IAM e diversos fatores influenciam o seu desenvolvimento, sendo que a remodelação cardíaca apresenta papel de destaque nesse cenário. O aumento do estresse oxidativo e do processo inflamatório estão associados com a remodelação cardíaca após o IAM. Devido ao grande impacto sócio econômico e às altas taxas de mortalidade, torna-se relevante a identificação de outros fatores que modulem o processo de remodelação cardíaca. Entre esses fatores destaca-se a suplementação de alimentos com propriedades antioxidantes, como o cajá (Spondias mombin - SM). Acredita-se que seus efeitos benéficos sejam atribuídos aos compostos fenólicos, flavonoides e carotenoides presentes na fruta. Um estudo avaliou a administração de extrato da folha de cajá em modelo de lesão miocárdica induzido por isoproterenol e observou aumento da atividade da superóxido dismutase e da catalase e redução das concentrações de glutationa e malondealdeído. No entanto, a influência do cajá na remodelação cardíaca após o IAM ainda não foi estudada. (AU)