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Alternativas para Restauração Florestal de Pastagens

Processo: 16/16242-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Sergius Gandolfi
Beneficiário:Allan Camatta Mônico
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Pastagens   Restauração ecológica   Semeadura direta   Mata Atlântica

Resumo

No Brasil e no mundo existem imensas áreas de pastagens abandonadas que poderiam ser reconvertidas em florestas biodiversas. Todavia, há ainda grandes dificuldades na restauração florestal dessas pastagens, havendo uma grande demanda por métodos práticos, eficientes, baratos e aplicáveis em larga escala. O objetivo desse estudo é analisar a viabilidade ecológica de se formar comunidades florestais jovens biodiversas e sustentáveis em áreas de pastagens abandonadas próximas a fragmentos remanescentes. Cinco ações de restauração (condução da regeneração natural, semeadura direta, plantio de adensamento, plantio de enriquecimento e adubação) serão combinadas para compor um experimento hierarquizado que será desenvolvido em pastagens abandonadas em Sertãozinho, SP. Serão estabelecidos quatro blocos (0,995 ha/cada) com 12 parcelas cada, sendo uma mantida como controle e onze combinando, de diferentes formas e em diferentes sequências, as cinco ações de restauração a serem testadas. Os indivíduos arbustivo-arbóreos regenerantes, plantados e semeados com altura maior que 0,5 m serão identificados e terão a altura, diâmetro de copa, circunferência à altura do solo e sobrevivência avaliados por três anos. A estrutura fitossociológica das comunidades resultantes desses tratamentos será descrita e elas serão comparadas entre si com o intuito de mostrar em que grau a combinação de diferentes ações de restauração pode ou não favorecer a formação de comunidades florestais biodiversas que tendam a ser permanentes. Essas alternativas, tendo diferentes custos e produzindo diferentes resultados ecológicos, poderão vir a ser úteis para diferentes realidades ambientais e econômicas e servir de subsídios para políticas públicas de fomento a projetos de restauração para pequenas e grandes propriedades rurais com pecuária.