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Avaliação da influência do oxigênio na indução de fases cristalinas em ligas metálicas amorfas

Processo: 16/17444-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Vigência (Término): 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia de Transformação
Pesquisador responsável:Marcelo Falcão de Oliveira
Beneficiário:Wesley Marques de Paula
Instituição-sede: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Vidros metálicos   Ligas metálicas

Resumo

Os vidros metálicos têm conseguido cada vez mais atenção como materiais promissores, graças a suas propriedades, muitas, superiores às correspondentes em ligas cristalinas tradicionais. Contudo, barreiras ainda existem na sua produção que dificultam a obtenção de ligas com dimensões maiores que alguns centímetros, limitando sua aplicação e encarecendo os processos de fabricação. Os estudos mais recentes são voltados para o aumento da TFV das ligas, de modo a se obter BMGs com taxas de resfriamentos não tão elevadas. Foi observado que a formação vítrea depende da composição da liga, bem como da atmosfera na qual ocorre a fusão. Esta dependência é evidenciada na influência do teor de oxigênio presente nas ligas, que promove a nucleação de fase cristalina, ou seja, diminui a TFV, na maioria dos casos. Neste sentido, este projeto tem por objetivo a produção de amostras com diferentes teores de oxigênio e com adição de metais terras raras em ligas amorfas a base de Zr e Ti. Esta influência será aferida mediante avaliação da fração máxima de fase amorfa encontrada, com consequente correlação entre as adições de elementos terras raras para os diferentes níveis de contaminação por oxigênio. As amostras serão produzidas no sistema desenvolvido no projeto de auxílio regular da FAPESP 2006/00675-4. Este é formado por um forno de fusão a arco elétrico, cuja atmosfera pode ser controlada por meio da utilização de uma bomba a vácuo e de injeções de argônio. As ligas fundidas são impelidas em uma coquilha por diferença de pressão, onde são solidificadas em moldes diversos, conferindo uma variedade de perfis às amostras. A caracterização das amostras será feita por meio de difração de raios-X, microscopia ótica e eletrônica de varredura e por EDS. Para tanto as amostras serão devidamente preparadas, sendo embutidas, lixadas, polidas e atacadas. (AU)