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Estudo de associação genômica ampla para as diferenças genéticas entre as marchas batida e picada em equinos Mangalarga Marchador

Processo: 16/17834-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Genética e Melhoramento dos Animais Domésticos
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Júlio Cesar de Carvalho Balieiro
Beneficiário:Fernando de Oliveira Bussiman
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Melhoramento genético   Marcador molecular

Resumo

O gene DMRT3 tem sido descrito como o principal gene a atuar na determinação do fenótipo da marcha em diversas raças equinas. O alelo A do SNP 22999655C>A do DMRT3 foi apontado como responsável por essa característica. Na raça brasileira Mangalarga Marchador, a qual apresenta dois padrões de marcha com características bem definidas, os genótipos AA e CA foram associados à marcha picada e o genótipo CC à marcha batida. Dessa forma, nesta raça o alelo A da marcha foi somente relacionado a um tipo de marcha, a picada. Em estudo de associação genômica ampla (GWAS) caso-controle, recentemente, conduzido na FMVZ, Unesp, Botucatu-SP, foi possível demonstrar que, ao contrário do que ocorre com a marcha picada, a marcha batida parece ser controlada por maior número de genes. Entretanto, devido ao pequeno número de animais utilizados nessa pesquisa (N = 48: marcha batida N = 28; marcha picada N = 20), não foi possível identificar regiões genômicas significativamente associadas à marcha batida. Com base no exposto, o objetivo principal desta pesquisa será realizar, a partir de amostra maior de animais, a prospecção de regiões genômicas que contenham possíveis genes responsáveis pelo fenótipo da marcha batida em equinos Mangalarga Marchador. Serão genotipados com o Equine SNP70 BeadChip, 192 equinos (96 marcha batida e 96 marcha picada), devidamente registrados pelo Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). Dessa forma, o GWAS caso-controle será reconduzido com 240 animais, sendo 124 de marcha Batida e 116 de marcha picada. As amostras de sangue dos animais serão coletadas durante a Exposição Nacional da raça, a realizar-se em junho de 2017 na cidade de Belo Horizonte-MG. A presença de irmãos completos será evitada na amostra. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BUSSIMAN, F. O.; DOS SANTOS, B. A.; ABREU SILVA, B. C.; PEREZ, B. C.; PEREIRA, G. L.; CHARDULO, L. A. L.; ELER, J. P.; FERRAZ, J. B. S.; MATTOS, E. C.; CURI, R. A.; BALIEIRO, J. C. C. Allelic and genotypic frequencies of the DMRT3 gene in the Brazilian horse breed Mangalarga Marchador and their association with types of gait. Genetics and Molecular Research, v. 18, n. 1 FEB 25 2019. Citações Web of Science: 1.

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