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Desenvolvimento de filmes biodegradáveis de pectina reforçados com nanofibrilas de celulose por casting contínuo

Processo: 16/20806-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Capparelli Mattoso
Beneficiário:Caio Moreira Ferreira
Instituição-sede: Embrapa Instrumentação Agropecuária. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasil). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Nanocompósitos   Processamento de polímeros   Plásticos biodegradáveis   Polímeros biodegradáveis   Pectinas

Resumo

Os desafios sobre a promoção da sustentabilidade e preservação do meio ambiente no Brasil vêm intensificando a urgência sobre o uso de plásticos biodegradáveis como produtos descartáveis. Pectina, um polímero natural oriundo do beneficiamento da cana-de-açúcar e citros no estado de São Paulo, apresenta potencial como matéria-prima para o desenvolvimento desses materiais. Entretanto, suas propriedades físicas são limitadas em comparação àquelas dos plásticos comerciais, limitando, portanto, sua aplicação. Este projeto buscará o desenvolvimento de filmes biodegradáveis a partir de pectina e nanofibrilas de celulose. A hipótese principal aqui apresentada é que a inclusão de nanoestruturas celulósicas seja capaz de expandir a faixa de propriedades da pectina. Nanofibrilas de celulose comerciais serão caracterizadas quanto à morfologia e dimensões, e posteriormente incorporadas em matrizes de pectina utilizando o casting contínuo, uma técnica emergente de processamento de polímeros em escala piloto. Diferentes concentrações de nanofibrilas de celulose (1 - 5%), plastificação, e condições de processo serão avaliadas neste projeto. Os nanocompósitos pectina/nanofibrilas de celulose serão estudados por técnicas de microscopia eletrônica, análises térmicas, mecânicas e óticas, dentre outras. Serão estabelecidas correlações entre dimensões e estado de dispersão das nanofibrilas e as propriedades dos nanocompósitos. Comparativos de propriedades entre os nanocompósitos e plásticos comerciais serão realizados mediante construção de cartas de Ashby. (AU)