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Efeito da metformina na polarização dos macrófagos e ativação da AMPK em tecido adiposo branco, tecido adiposo marrom e músculo de animais obesos

Processo: 16/11466-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Mario Jose Abdalla Saad
Beneficiário:Arthur Geise
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Tecido adiposo marrom   Endocrinologia   Proteínas quinases ativadas por AMP   Metformina   Obesidade

Resumo

O aumento da obesidade no panorama nacional e mundial é de grande relevância à saúde pública, pois está intimamente associado ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, principalmente a diabetes mellitus tipo 2 (DM2). A obesidade provoca um estado de inflamação crônica, desencadeado pelo tecido adiposo branco (TAB) e seus macrófagos residentes. O excesso de ácidos graxos livres, o LPS e as citocinas inflamatórias levam à ativação clássica/M1 dos macrófagos presentes no TAB e tecido hepático, agravando o estado inflamatório local e induzindo a inibição dos substratos do receptor de insulina (IRS), aumentando a resistência à insulina. Por outro lado, a polarização alternativa/M2 dos macrófagos, modulada pela enzima AMPK e tecido adiposo marrom (TAM), provoca uma ação anti-inflamatória, melhorando a resposta à insulina. A ação da AMPK também está associada à captação de glicose no TAM e tecido muscular, por uma via independente de insulina, favorecendo a termogênese no TAM e a lipólise no TAB. Estas funções da AMPK, somadas à sua participação na formação de TAM e de um tecido intermediário entre TAB e TAM, que também tem capacidade termogênica, serão pesquisadas neste estudo, afim de esclarecer os mecanismos de perda de peso conferidos pela enzima. Materiais e métodos: dividiremos 3 grupos de camundongos: um controle, um com dieta hiperlipídica (DH) e um com DH + metformina. Será feita a extração dos tecidos muscular e adiposo, seguida pela análise protéica por imunobloting. A análise pela microscopia óptica utilizará técnicas de imunohistoquímica e imunofluorescência. Também serão avaliados os níveis circulantes de citocinas inflamatórias e de catecolaminas. (AU)