| Processo: | 16/18307-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Síntia Iole Nogueira Belangero |
| Beneficiário: | Giovany Oliveira Homem da Costa |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Esquizofrenia Risperidona Polimorfismo genético Antipsicóticos Biomarcadores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | esquizofrenia | farmaco genética | Genome-wide association | risperidona | Psiquiatria |
Resumo As psicoses caracterizam um grupo de transtornos mentais graves e incapacitantes. A demora em instituir um tratamento adequado, a duração do primeiro episódio psicótico (PEP) e a baixa resposta ao tratamento inicial estão entre os principais fatores de mau prognóstico. Recentemente, o maior estudo genômico de associação em larga escala (GWAS) em esquizofrenia encontrou 108 regiões associadas com a doença. Em um estudo anterior, o nosso grupo avaliou o transcriptoma e o metiloma de pacientes em PEP antes e após o tratamento com risperidona, identificando genes que podem ter relação direta com a resposta ao tratamento. O presente estudo propõe a identificação de polimorfismos genéticos relacionados à resposta ao tratamento com risperidona. Para tanto, serão avaliados 100 pacientes em PEP sem uso prévio de medicação antipsicótica que serão submetidos à avaliação clínica e à coleta de sangue periférico antes e após 2 meses de instituído o tratamento. Para avaliar a resposta à risperidona utilizaremos os dados da PANSS da primeira e da segunda coleta. A genotipagem dos polimorfismos será obtida com base em dados retirados de arrays genômicos por meio de análises de bioinformática. Iremos avaliar apenas os SNPs de algumas regiões candidatas selecionadas por dois métodos: 1) genes em regiões genômicas associadas com esquizofrenia (N=108 regiões); e 2) genes diferencialmente expressos e metilados em nosso estudo anterior. A identificação de marcadores biológicos de resposta e remissão pode, no futuro, possibilitar uma ação terapêutica precoce e individualizada, reduzindo o tempo de psicose não tratada, e oferecendo melhores resultados quanto à diminuição da morbidade e aumento na qualidade de vida dos pacientes. | |
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