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PD1 na regulação da carga parasitária e na produção de NO por leucócitos esplênico em cães com Leishmaniose Visceral

Processo: 16/11494-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Valéria Marçal Felix de Lima
Beneficiário:Lucas Takeshi Siqueira Ito
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Leishmania infantum   Macrófagos   Carga parasitária   Óxido nítrico   Leishmaniose visceral animal   Medicina veterinária

Resumo

A Leishmaniose visceral canina (LVC) é uma das mais importantes doenças emergentes, com alta prevalência nos países da América Latina, sendo causada principalmente pela Leishmania (L.) chagasi. A LVC tem um grande impacto sobre a Saúde Pública, em virtude dos cães domésticos serem os mais importantes reservatórios da doença, tanto nas zonas urbanas quanto nas peri-urbanas. Portanto, o cão é um alvo importante para a adoção de medidas de controle. A progressão da infecção canina é acompanhada por falha na imunidade celular. Os macrófagos têm papel importante na resposta imunológica contra Leishmania spp., pois são células parasitadas e podem desencadear a resposta adaptativa. A célula T é responsável por ativar o macrófago engajando o seu receptor TCR a MHC associado ao antígeno do parasito fagocitado pelo macrófago. Junto com sinais adicionais da ligação de moléculas coestimulatórias sobre a superfície de ambas as células, será desencadeada a produção de citocinas que poderão ativar ou não os macrófagos. O macrófago pode permitir a multiplicação do parasita ou exercer atividade leishmanicida pela produção de NO. PD1, um coestimulador inibitório, está envolvido com a exaustão das células T. Seu papel regulador na carga parasitária e na produção de NO nas células sanguíneas já foram observados, porém o baço, principal órgão acometido, não foi estudado. Assim pretende-se verificar nos cães naturalmente infectados se a carga parasitária esplênica e a produção de NO são alterados pelo bloqueio do receptor PD-1 em cultura de células esplênicas (AU)