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Fonologia e morfossintaxe da língua Mehináku (Arawak)

Processo: 16/18391-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Angel Humberto Corbera Mori
Beneficiário:Paulo Henrique Pereira Silva de Felipe
Instituição-sede: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/02662-7 - Fonologia e morfossintaxe da língua Mehináku (Arawak), BE.EP.DR
Assunto(s):Fonologia   Línguas indígenas   Morfossintaxe

Resumo

Este projeto de pesquisa tem por objetivo analisar a fonologia e a morfossintaxe da língua Mehináku (Arawak), falada por aproximadamente 250 pessoas que habitam a região do rio Kurisevo, no Parque Indígena do Xingu (MT- Brasil). Trata-se de um estudo descritivo, realizado a partir da análise de dados (de amostras de fala) que pretendemos coletar com falantes nativos, durante o trabalho de campo. Na investigação fonológica, buscaremos: (i) descrever os segmentos (fones, alofones, fonemas consonantais e vocálicos, além de glides); (ii) descrever a estrutura silábica e o processo de silabificação da língua; (iii) descrever o comportamento do acento e de questões relativas à nasalidade; (iv) descrever os processos morfofonológicos; (v) descrever os processos de mudança fonológica aplicados a empréstimos linguísticos de outras línguas (indígenas ou do português), dentre outros fenômenos linguísticos encontrados durante a análise fonológica do Mehináku, a partir dos pressupostos teóricos de Pike (1947), Goldsmith (1990), Kenstowicz (1995), Clements e Hume (1995), dentre outros. Na investigação morfossintática, o foco será: (i) identificar as classes de palavras ou partes do discurso, (ii) descrever as categorias gramaticais nominais e verbais, (iii) verificar a ordem dos constituintes em termos de S(ujeito), V(erbo) e O(bjeto), (iv) verificar o tipo de oração (independente/dependente), e (v) descrever os processos morfossintáticos, por meio de uma perspectiva teórica tipológico-funcional, desenvolvida por autores como Shopen (1985); Comrie (1989); Givón (1991); Payne (1991, 1997); Dixon (1994), entre outros.