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Reconhecimento molecular em septinas: estudos da interface entre SEPT7 e SEPT12

Processo: 16/19734-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Richard Charles Garratt
Beneficiário:Danielle Karoline Silva Do Vale Castro
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/15546-1 - Septinas: estudos comparativos visando correlacionar estrutura e função, AP.TEM
Assunto(s):Septinas   Biologia estrutural   Elementos estruturais de proteínas

Resumo

As septinas pertencem a uma grande família de proteínas, caracterizadas por um domínio conservado de ligação a nucleotídeos de guanina. Primeiramente identificadas em leveduras, há cerca de 40 anos, nas quais desempenham um importante papel na septação e divisão celular, estas proteínas estão associadas a diversos processos celulares e patologias em eucariotos. Devido a importância dessa classe de proteínas, é imprescindível compreender as bases molecular e fisiológica de suas funções e o papel da ligação e hidrólise do GTP. Atualmente, um dos maiores desafios no estudo das septinas é entender sua habilidade de interagir especificamente com outras subunidades de septinas para formar heterofilamentos, os quais podem originar estruturas de mais alta ordem. Este aspecto é fundamental para a nossa compreensão da sua bioquímica, bem como melhor elucidar o seu possível papel em diferentes patologias. Esta proposta tem como objetivo estudos estruturais e biofísicos da interação entre os domínios G (domínio de ligação ao GTP) que compõe o heterodímero SEPT7-SEPT12, ainda não estudado em termos estruturais. Como ponto de partida, o alvo principal para os ensaios de cristalização e resolução estrutural será o heterodímero, cuja existência in vivo já foi reportada na literatura. Adicionalmente, baseando-se nas mutações encontradas na proteína SEPT12 (SEPT12T89M e SEPT12D197N) em homens inférteis, serão realizadas análises comparativas da proteína nativa e mutantes, a fim de avaliar o papel das mutações na interação que compõe o heterodímero. Os resultados deste trabalho contribuirão efetivamente para o avanço no entendimento da formação de filamentos identificados no annulus do espermatozoide e como estes estão associados com os fenótipos apresentados por homens inférteis. (AU)

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