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Propriedades microfísicas da precipitação em tempestades com raios ascendentes

Processo: 16/17821-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 05 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Pesquisador responsável:Rachel Ifanger Albrecht
Beneficiário:Jessica Cristina dos Santos Souza
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/14497-0 - Previsão imediata de tempestades intensas e entendimento dos processos físicos no interior das nuvens: o SOS-CHUVA (Sistema de Observação e Previsão de Tempo Severo), AP.PFPMCG.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):17/13293-7 - Estrutura elétrica e de hidrometeoros das tempestades que produzem raios ascendentes, BE.EP.IC
Assunto(s):Microfísica de nuvens   Tempestades   Raios   Polarimetria

Resumo

Os raios iniciados de altas estruturas são estudados desde o final da década de 30. No Brasil, o primeiro registro de raio ascendente (RA) foi realizado em 2012 no Pico do Jaraguá, ponto mais alto da cidade de São Paulo. Esses raios têm seu início associado a descargas nuvem-solo em regiões convectivas da nuvem, as quais provocam a intensificação do campo elétrico local no topo de altas estruturas pela propagação de líderes negativos na porção estratiforme diretamente sobre a torre, iniciando os líderes ascendentes dos RA em direção à base da nuvem. O objetivo desta proposta de pesquisa é determinar as propriedades microfísicas das tempestades que geram RA, determinando os tipos de hidrometeoros presentes nas porções convectiva e estratiforme da precipitação, baseado em observações de radar polarimétrico. Mais especificamente, serão analisadas a distribuição espacial e temporal, a estrutura vertical da precipitação e a atividade elétrica das tempestades que geraram RA com a utilização de medidas concomitantes de diferentes sensores (vídeo, raios e radar) de 56 RA ocorridos em 17 tempestades diferentes entre 2014 e 2016. Por fim, baseado nesses resultados, essas mesmas características serão procuradas em outras tempestades a fim de identificar possíveis RA nas demais estruturas altas de grandes centros urbanos como as regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas, que são as duas regiões mais populosas do Brasil e estão em constante processo de verticalização. Os resultados obtidos neste projeto de pesquisa serão importantes para aumentar o entendimento sobre o fenômeno e a evolução das tempestades e a previsibilidade de RA, além da determinação do real impacto da verticalização das cidades na incidência de raios. (AU)

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