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Influência de polimorfismos genéticos nos efeitos de dois tipos de treinamento físico aeróbio intervalado de alta intensidade em indivíduos com síndrome metabólica

Processo: 16/17586-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 19 de novembro de 2016
Vigência (Término): 18 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Carlos Roberto Bueno Júnior
Beneficiário:Carlos Roberto Bueno Júnior
Anfitrião: Arnt Erik Tjonna
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Norwegian University of Science and Technology (NTNU), Noruega  
Assunto(s):Exercício físico   Genética   Obesidade

Resumo

Estudos recentes têm demonstrado prevalência de síndrome metabólica (SM) no Brasil superior a 35% e o treinamento físico aeróbio (TFA) é importante no seu tratamento. Apesar da maioria dos profissionais recomendar 150 min de TFA em intensidade moderada por semana, especula-se que programas de TFA que envolvam intensidades altas possam resultar em maiores benefícios. Além disso, não há na literatura uma indicação clara de qual deve ser o intervalo de tempo mínimo de uma sessão de TFA satisfatória. Por fim, também é conhecido que a magnitude de benefícios gerada pelo TFA varia consideravelmente entre indivíduos, o que pode ser explicado por variações genéticas. Portanto, os objetivos deste estudo são avaliar em pacientes com SM parâmetros de saúde relacionados à doença e consumo máximo de oxigênio, analisando os efeitos de TFAs intervalados de alta intensidade com dois volumes diferentes versus TFA contínuo de intensidade moderada e de polimorfismos nos genes ECA, AGTR1, AKT1 e visfatina na magnitude de resposta aos três tipos de TFA. Também é objetivo do estudo analisar o perfil de expressão de microRNAs (tecido adiposo e muscular) e sequenciamento de exoma nestes pacientes. Homens e mulheres (30 anos ou mais) com SM serão randomizados e estratificados (idade e sexo) em três grupos: TFA intervalado três vezes por semana, 4 x 4' (90% da frequência cardíaca máxima - FCmáx); TFA intervalado três vezes por semana, 1 x 4' (90% FCmáx); e TFA tradicional (70% FCmáx por pelo menos 30' e 5 dias por semana). O tamanho amostral será calculado a partir da análise da variabilidade de uma amostra piloto de tamanho n=10 para cada grupo. Os resultados do presente estudo podem fornecer elementos importantes para que características genéticas sejam consideradas na escolha do programa de TFA mais eficiente para cada paciente.