| Processo: | 16/06789-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Renata Pardini |
| Beneficiário: | Lucas Manuel Cabral Teixeira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/23457-6 - Projeto interface: relações entre estrutura da paisagem, processos ecológicos, biodiversidade e serviços ecossistêmicos, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Atitudes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atitude | Conflitos entre seres humanos e animais | Riscos e benefícios associados à fauna | serviços ecossistemicos | Biologia da Conservação |
Resumo Os conflitos com a fauna silvestre vêm aumentando em ritmo acelerado nos últimos anos e hoje são considerados uma das maiores ameaças à conservação da vida silvestre globalmente. Pesquisas sobre estes conflitos concentram-se em duas abordagens relativamente isoladas que raramente são exploradas conjuntamente: uma que foca nos determinantes ecológicos dos conflitos (e.g. como a estrutura da paisagem afeta a fauna e por consequência os danos causados por ela), e outra centrada nos aspectos relacionados às dimensões humanas (e.g. quais fatores socioeconômicos ou experiências passadas influenciam a atitude em relação à fauna). Os conflitos são, entretanto, processos de interação, e como tal, interligam os componentes ecológicos (e.g. estrutura da paisagem, estrutura das comunidades animais) e humanos (e.g. crenças, atitudes e comportamentos humanos) dos sistemas socioecológicos. Assim, projetos interdisciplinares que aproximem estas duas vertentes de pesquisa são fundamentais para dar suporte a estratégias de redução dos conflitos com vistas à conservação da biodiversidade. Através do foco em três espécies distintas de mamíferos - gambá, cachorro-do-mato e onça-parda - pretendemos testar hipóteses sobre como a cobertura florestal remanescente na paisagem influencia a frequência de danos e o contato das pessoas com estas espécies (componente ecológico), e como estas experiências passadas influenciam as crenças associadas a riscos e benefícios trazidos pelas espécies e a atitude em relação a elas (componente humano). Para tanto, aplicaremos questionários estruturados via entrevista a 120 proprietários rurais distribuídos em 12 paisagens que variam na proporção de cobertura florestal remanescente na região Cantareira-Mantiqueira. (AU) | |
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