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Papel do gene TSNARE1 no processo de exocitose de neurônios dopaminérgicos derivados de células SH-SY5Y

Processo: 16/24629-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular
Pesquisador responsável:Alexander Henning Ulrich
Beneficiário:Arquimedes Cheffer
Supervisor no Exterior: Manfred Lindau
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Max Planck Society, Gottingen, Alemanha  
Vinculado à bolsa:13/02293-5 - Aptâmeros inibidores da proteína CD73 como possíveis agentes antitumorais, BP.PD
Assunto(s):Exocitose   Processos eletrofisiológicos   Neurotransmissores   Esquizofrenia

Resumo

Exocitose é o processo através do qual vesículas se fundem com a membrana plasmática a fim de liberar o seu conteúdo fora da célula. Esse processo é essencial em diferentes eventos biológicos, como divisão celular, inserção de novas proteínas na membrana plasmática, liberação de hormônios e neurotransmissores. O complexo SNARE desempenha o papel principal na exocitose e é composto pelas proteínas sinaptobrevina-2, sintaxina-1 a SNAP-25 em neurônios e células neuroendócrinas de mamíferos. Recentemente, a proteína t-SNARE1 tem chamado a atenção devido ao fato de que polimorfismos no gene T-SNARE1 estão associados com maior risco de esquizofrenia. Contudo, suas funções ainda são desconhecidas. Análise filogenética baseada em similaridade de sequências sugere que t-SNARE1 é evolutivamente relacionada às sintaxinas e contém um domínio SNARE, levantando a possibilidade de que pode se ligar a proteínas SNARE e tem atividade de receptor de SNAP, portanto, participando no processo de exocitose. Através do presence projeto, nós propomos investigar as funções de t-SNARE1 e testar a hipótese de que esteja envolvida na exocitose, combinando técnicas de biologia molecular e eletrofisiológicas. O projeto pressupõe o estabelecimento de colaboração entre grupos de pesquisa no Brasil (Prof. Dr. Henning Ulrich - Laboratório de Neurociências - IQUSP) e na Alemanha (Prof. Dr. Manfred Lindau - Nanoscale Cell Biology - Instituto Max-Planck). (AU)