| Processo: | 16/23044-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 22 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 21 de maio de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria Cristina Roque Antunes Barreira |
| Beneficiário: | Thiago Aparecido da Silva |
| Supervisor: | Pappanaicken Kumaresan |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Texas MD Anderson Cancer Center (MD Anderson), Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 16/04877-2 - Delineamento de novas estratégias terapêuticas, baseadas em reconhecimento de carboidratos, contra a criptococose, BP.PD |
| Assunto(s): | Imunoterapia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | CAR T cells | cryptococcosis | Immunotherapy | Lectins | Imunoquímica e Glicobiologia |
Resumo A interação de células T com células apresentadoras de antígenos (APC), através do complexo entre o receptor de células T (TCR) e peptídeo associado a molécula de MHC, é requerida para recrutar a sinalização e desencadear a ativação de células T. Recentemente, verificou-se que o receptor antigênico quimera (CAR) expresso em células T reconhece proteínas, glicoproteínas, e glicolipídeos como potenciais alvos na superfície celular, de maneira independente da associação com a molécula MHC. A construção de CAR é baseada em quatro segmentos, (i) um domínio de ligação extracelular, (ii) um espaçador, (iii) uma região transmembrana, (iv) uma região de sinalização citoplasmática. O grupo do Dr. Laurence J.N. Cooper apresenta estudos nessa área com o engenheiramento de células T específicas para CD19, fato utilizado no tratamento de células B tumorais para adquirir um eficiente controle do câncer. Um estudo pioneiro que redireciona células T quiméricas para reconhecer carboidrato, foi conduzido pelo grupo do Dr. Cooper e Dr. Kumar, mostrando que essas células T específicas para carboidrato apresentam um efeito terapêutico contra a Aspergilose. Baseado em nossos estudos relacionados a atividade imunomoduladora de lectinas que interagem com N-glicanas de TLR2 e/ou TLR4, propusemos ao Dr. Kumar a construção de células T quiméricas expressando o domínio de reconhecimento de carboidrato (CRD) das lectinas ligantes de TLRs, como a ArtinM, Concanavalina A, WGA. Nossa hipótese considera que as células T quiméricas específicas para carboidratos podem interagir com TLR2 ou TLR4, favorecendo a liberação de mediadores pró-inflamatórios e induzindo um perfil de resposta Th1. Assim na colaboração aceita pelo Dr. Kumar, planejamos construir células T quiméricas com CRD de lectinas para avaliar a ocorrência da polarização de macrófagos para M1 após incubação com as células T quiméricas. Em seguida, mensurar a atividade fungicida de macrófagos, induzida pelas células T engenheiradas, no contexto da infecção por C. gattii. O projeto considera tecnologias inovadoras para expandir nossos estudos no direcionamento da imunidade através do reconhecimento de carboidrato. | |
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