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Terapia gênica para regeneração óssea usando o sistema CRISPR-Cas9

Processo: 16/23850-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Adalberto Luiz Rosa
Beneficiário:Gileade Pereira Freitas
Supervisor no Exterior: Jane Lian
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Vermont (UVM), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:14/26864-4 - Efeito de injeções locais de células-tronco mesenquimais ou osteoblastos na regeneração do tecido ósseo, BP.DR
Assunto(s):Regeneração óssea   Repetições palindrômicas curtas agrupadas e regularmente espaçadas   Células-tronco   Proteína 9 associada à CRISPR   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Osso e ossos

Resumo

É de interesse nas áreas de cirurgia buco-maxilo-facial e ortopedia o tratamento de não-união de fraturas. Entre vários tratamentos disponíveis, a terapia celular tem surgido como uma promissora abordagem, mas de acordo com os nossos resultados, ainda não é suficiente para alcançar a regeneração óssea. Assim, propomos o uso da terapia gênica para atender e melhorar essa necessidade ainda não atendida. Para tanto, selecionamos genes envolvidos na promoção ou inibição da osteogênese. Entre os genes envolvidos na promoção óssea, nós selecionamos a proteína óssea morfogenética 9 (BMP-9) que inicia a formação de cartilagem e dos ossos. Entre os genes envolvidos na inibição da formação óssea, nós selecionamos a proteína 1 associada ao ligamento periodontal (PLAP-1) que atua como um fator inibitório para a diferenciação e formação óssea. Portanto, o objetivo deste projeto BEPE é analisar in vitro, o comportamento de células-tronco mesenquimais derivadas de medula óssea de camundongo (mBM-MSCs) sobre-expressando o gene BMP-9 e reprimindo o gene PLAP-1 através da técnica CRISPR-Cas9. A partir desses dados, poderemos propor terapias alternativas para o reparo de defeitos ósseos e situações de não-união de fraturas.