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Engenho São Jorge dos Erasmos: teoria e prática de restauro

Processo: 16/22004-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 04 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Carlos Roberto Monteiro de Andrade
Beneficiário:Marisa Elisabete Ferreira Cândido
Instituição-sede: Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Patrimônio arquitetônico   Preservação arquitetônica   Monumento histórico

Resumo

O Monumento as Ruínas do Engenho São Jorge dos Erasmos é considerado hoje um dos remanescentes da época colonial mais importantes da região litorânea do estado de São Paulo. Ele representa e é a memória da passagem da indústria da produção de açúcar na região, e da relação existente entre território, população e tipo de construção usada naquele período. Atualmente, devido ao seu destaque, o monumento está tombado em diversas instâncias - municipal, estadual e federal, o que permite um maior controle sobre as mudanças que ocorrem à sua volta. Diferentemente da maioria dos patrimônios materiais tombados no Brasil, que são edifícios inteiros, o objeto em questão insere-se na área de estudo das ruínas, muito abordada na Europa, mas assim como a temática do restauro em geral, é pouco estudada no Brasil. Devido ao seu papel na história da região de São Vicente/Santos, e a importância da administração atual do monumento, com a preocupação de educação patrimonial e preservação do local, o Engenho foi escolhido como objeto para essa pesquisa. Outros elementos que influenciaram essa decisão foi a constatação, após alguns levantamentos iniciais, da escassez de trabalhos referentes ao processo de tombamento, as ações iniciais e o estado de degrado que o Engenho se encontrava antes de seu tombamento. Na tentativa de um aprofundamento sobre essa temática, será produzido uma pesquisa que analisa as principais teorias de restauro até o momento atual, aproximando às decisões de projeto feitas por Luís Saia, e a forma como as ruínas têm sido tratadas ao longo da historiografia. (AU)