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Avaliação da remoção de cafeína em reator anaeróbio horizontal de leito fixo

Processo: 16/20478-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Pesquisador responsável:Paulo Clairmont Feitosa de Lima Gomes
Beneficiário:Giovana Silva Martins
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Cafeína   Biocarvão   Poluição da água   Reatores anaeróbios   Esgotos sanitários   Tratamento de esgotos sanitários

Resumo

A contaminação de diversas matrizes ambientais por micropoluentes emergentes, como os fármacos, tem sido frequentemente noticiada nos últimos anos. A cafeína é um dos fármacos mais consumidos em todo o mundo, estando presente em medicamentos e até em alimentos. Sua presença já foi relatada em diversos ambientes, podendo ser considerada um marcador antropogênico. O escasso conhecimento sobre os prejuízos que essa contaminação pode causar aos ecossistemas têm motivado a realização de diversos estudos na área. As vias de contaminação da natureza são variadas e, entre elas, destaca-se a contaminação de águas superficiais e subterrâneas por esgoto doméstico, cujos micropoluentes emergentes persistem mesmo após o tratamento em estações convencionais. No Brasil, o cenário é agravante visto que apenas uma parcela muito pequena do esgoto doméstico gerado é coletado e tratado. Dessa forma, será avaliada a remoção de cafeína usando reator anaeróbio horizontal de leito fixo (RAHLF) e um novo material de imobilização da biomassa. A cafeína será adicionada em diferentes concentrações a um esgoto lab-made que mimetiza a composição do esgoto doméstico e o reator irá operar com um tempo de detenção hidráulica (TDH) de 12 horas. A biomassa do reator será imobilizada em pellets de biocarvão de pseudocaule de bananeira, sendo o uso desse suporte inédito na remoção desse fármaco. Um microdispositivo que terá como mecanismo de detecção uma reação colorimétrica está sendo desenvolvido para avaliar a eficiência de remoção da cafeína. (AU)