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Efeitos da inibição do TNF-alfa sobre as hipertrofia vascular associada à hipertensão renovascular

Processo: 16/17484-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Elen Rizzi Sanchez
Beneficiário:Victória Thomazelli Garcia
Instituição-sede: Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Campus Ribeirão Preto. Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fator de necrose tumoral alfa   Estresse oxidativo   Hipertensão renovascular   Angiotensina II

Resumo

A ativação do sistema renina-angiotensina (SRA) influencia nas complicações associadas a hipertensão como, hipertrofia vascular e disfunção endotelial. O modelo experimental de hipertensão 2-rins e 1-clipe (2R1C) apresenta ativação do SRA e consequentemente, aumento de AngII. Neste sentido, é um bom modelo experimental para avaliar os efeitos da AngII e do SRA. Evidências sugerem que a citocina TNF-± é necessária para hipertrofia e fibrose cardíaca induzida pela Angiotensina II (AngII). Entretanto, não existem evidencias da interação entre TNF-± e AngII na hipertrofia vascular. Ang II e TNF-± podem aumentar a formação de espécies reativas do oxigênio (ERO). Na hipertensão, ERO é o principal fator responsável pela ativação das metaloproteinases da matriz extracelular (MMPs). Essas proteases degradam a matriz extracelular promovendo o remodelamento cardiovascular. Assim, a hipótese do presente projeto é que a inibição de TNF-± reverta as alterações morfofuncionais vasculares em animais 2R1C por diminuir a formação de ERO e atividade gelatinolítica que está aumentada nesses animais hipertensos. Para avaliar essa hipótese serão utilizados animais sham e 2R1C que serão tratados com um inibidor de TNF-± (Pentoxifilina). Os animais serão operados e após duas semanas de cirurgia serão randomizados em quatro grupos experimentais: (I) Sham, (II) 2R1C, (III) Sham+Pentoxifilina e (IV) 2R1C+Pentoxifilina. A pressão arterial dos animais será aferida semanalmente por pletismografia de cauda. A hipertrofia vascular será avaliada em cortes de aorta corados com hematoxilina e eosina. Nesses cortes, serão avaliados a área de secção transversal (AST), a razão média por lúmen (M/L) e o número de células. O aumento de ERO será avaliado pelo método de DHE em cortes de aorta previamente fixados em Tissue Tek. A atividade das MMPs será observada por zimografia in situ. (AU)