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Efeitos da reabilitação virtual sobre sinais motores dopa-resistentes em Pacientes com Doença de Parkinson e suas correlações com o metabolismo cerebral in vivo

Processo: 16/10795-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Pesquisador responsável:André Carvalho Felício
Beneficiário:Michelly Arjona Maciel
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Medicina nuclear   Doença de Parkinson

Resumo

A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum. Para tratar os sinais motores da DP medicações como levodopa são bastante eficazes. Com a progressão da doença aparecem sinais motores dopa-resistentes como alterações de marcha (freezing) e equilíbrio (instabilidade postural) que diminuem significativamente a qualidade de vida destes pacientes. A fisioterapia convencional é uma intervenção quepode trazer benefícios evidentes, em particular, no tratamento de sinais motores doparesistentes. Por outro lado, a fisioterapia no contexto da realidade virtual (RV), não só oferece um ambiente mais dinâmico e interativo, com possibilidade de aprendizado motor (feedback), mas também permite desenvolver aspectos cognitivos que podem, no conjunto, oferecer uma melhor plataforma para tratar sinais motores dopa-resistentes naDP. Entretanto, ainda não existem estudos que investigaram os mecanismos pelos quais a RV poderia melhorar sinais motores dopa-resistentes na DP. Neste estudo, pretendemos realizar um protocolo de RV em 2 grupos de pacientes com DP (com e sem sinais motores dopa-resistentes). Pretendemos fazer 8 semanas de treinamento e avaliar os desfechos motores pré e pós intervenção com técnicas de PET-RM com Fluorodeoxiglicose para avaliar o metabolismo de glicose em regiões estriatais e extra-estriatais. Além disto, faremos avaliações tridimensionais da marcha (Laboratório de marcha) pré e pós-intervenção e coleta de informações clínicas durante todo o estudo. Logo, com este protocolo, pretendemos testar a eficácia da RV nos sinais motores dopa-resistentes de pacientes com DP e avaliar de que maneira isto ocorreria in vivo.