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Exercícios terapêuticos para o complexo tornozelo e pé em corredores de longa distância: influência na força da musculatura intrínseca e na arquitetura do arco longitudinal

Processo: 16/21304-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Isabel de Camargo Neves Sacco
Beneficiário:Fernanda Iacovanduano de Almeida Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ferimentos e lesões   Corridas   Força muscular   Terapia por exercício     Tornozelo   Biomecânica   Fisioterapia

Resumo

Objetivo: investigar os efeitos de um protocolo de exercícios terapêuticos para o complexo do tornozelo e pé na força dos músculos intrínsecos do pé, na arquitetura do arco longitudinal, e na funcionalidade e saúde dos pés. Métodos: será realizado um ensaio clínico prospectivo controlado, paralelo, com alocação aleatória e cegamento dos avaliadores com 30 corredores de rua saudáveis com idades entre 18 e 55 anos que serão alocados aleatoriamente nos grupos controle ou intervenção, sendo que esse último participará de um programa de exercícios terapêuticos para o complexo tornozelo/pé. Os exercícios deverão ser realizados por um período de oito semanas, sendo que haverá um acompanhamento presencial uma vez por semana por um fisioterapeuta, e duas outras vezes por semana remotamente supervisionado por um software. Os sujeitos serão avaliados duas vezes com um intervalo de oito semanas entre as avaliações, através de uma plataforma de pressão, com o objetivo de mensurar a força da musculatura intrínseca e arquitetura do arco, bem como pela medida do Foot Posture Index e a funcionalidade e saúde dos pés serão avaliadas pelo questionário validado Foot Health Status Questionnaire, versão brasileira. Hipóteses: são hipóteses desse estudo a melhora da saúde e função dos pés, o aumento da força dos músculos intrínsecos dos pés e a diminuição do índice de Cavanagh e Rodgers, indicando um arco mais elevado e uma menor deformação dinâmica do mesmo sob a ação de cargas em bipedestação nos corredores do grupo intervenção. (AU)