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Cultura de órgãos como modelo para estudar a dinâmica do desenvolvimento do sistema genital masculino: ducto de Wolff e Próstata

Processo: 16/25033-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 31 de maio de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Embriologia
Pesquisador responsável:Luis Antonio Justulin Junior
Beneficiário:Sérgio Alexandre Alcantara dos Santos
Supervisor no Exterior: Barry T. Hinton
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Virginia (UVa), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:14/08531-8 - Impacto da restrição proteica gestacional e lactacional sobre a próstata de ratos: relação entre a via de sinalização da Insulina/IGF, desenvolvimento e envelhecimento, BP.DR
Assunto(s):Próstata

Resumo

Condições adversas gestacionais podem levar a alterações morfofuncionais irreversíveis no feto, um fenômeno conhecido como Programação fetal (PF). Estudos epidemiológicos e experimentais demonstraram que a PF está relacionada com alterações no desenvolvimento de vários órgãos em especial orgãos que têm seu desenvolvimento sob controle hormonal, entre estes órgãos estão a próstata e o epidídimo, que tem seu desenvolvimento inicial por "budding" e "wrapping", respectivamente. O desenvolvimento da próstata começa em torno do dia gestacional 17 em camundongos e 18 em ratos, os eventos de proliferação e diferenciação celular levando à morfogênese prostática são complexos e regulados pela interação parácrina entre o estroma e o epitélio modulado pela expressão de genes em uma coordenação espacial e temporal, e o epidídimo cresce a partir do ducto de Wolff, aproximadamente aos 8 ou 9 dias da gestação no rato, desenvolve-se como um cordão das células epiteliais, e isto não é simplesmente um evento de alongamento, o tubo epididimário é dobrado em uma estrutura altamente organizada compreendida de muitos lobulos/segmentos, cada um com morfologia e função distintas, que podem ser agrupados em aproximadamente cinco regiões anatômicas distintas: segmento inicial, caput, corpus, cauda e vas deferens. Assim, metodologias que podem avaliar com precisão o desenvolvimento perinatal são de grande importância para entender as mudanças nos mecanismos celulares que ocorrem em situações como PF. Atualmente, uma alternativa é o estudo da organogênese ex vivo. Neste projeto, aprenderemos a técnica de cultura de órgãos no período perinatal, utilizando a glândula prostática e o ducto de wolff como modelo experimental.

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