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Percepção de mães de bebês internados em UTI neonatal: influência de variáveis maternas, contextuais, apoio social e enfrentamento

Processo: 16/12639-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues
Beneficiário:Carolina Daniel Montanhaur
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Apoio social

Resumo

A Psicologia da Saúde surgiu como proposta de um novo entendimento da saúde e dos processos envolvidos. Associada a ela, a Psicologia Pediátrica pode ser definida como aplicação de conhecimentos da Psicologia da Saúde ao recém-nascido e a criança. O crescimento dessa área pode ser creditado aos avanços tecnológicos e médicos que passaram a garantir a sobrevida de bebês, especificamente, os prematuros e os muito prematuros. Dentre esses avanços está a unidade de terapia intensiva neonatal que acolhe o recém-nascido em suas primeiras horas de vida, caso necessite de cuidados especiais para sua sobrevivência. A internação afeta aos pais e familiares, implicando em uma reestruturação da dinâmica familiar, diferente da esperada para a chegada do bebê. Entre os desdobramentos desta condição estão as alterações emocionais, principalmente das mães, que passaram por quebras de expectativas e tem mais dificuldades para retorno do equilíbrio do organismo. A presença desses indicadores emocionais demonstra a dificuldade dessas mães em enfrentar a internação. O presente projeto pretende investigar a percepção que mães de bebês internados em UTIN têm a respeito desta condição e associar a percepção a indicadores de ansiedade, depressão, estresse maternos, os apoios sociais recebidos por elas e suas estratégias de enfrentamento. Participarão 50 mães de bebês internados em UTINeonatal há pelo menos três dias. Para a coleta de dados será elaborado um protocolo para descrever a percepção materna, com base em dados de pesquisas na área. Utilizar-se-á para a avaliação da saúde emocional materna a Escala de Estresse Percebido, o Inventário de Ansiedade Traço-Estado e o Inventário de Depressão de Beck. Para a avaliação do enfrentamento será aplicada a Escala Modos de Enfrentamento de Problemas. O apoio social será avaliado pela Escala de Apoio Social (EAS). As mães de bebês internados em UTINeonatal da Maternidade Santa Isabel, da cidade de Bauru/SP, no período de janeiro a dezembro de 2017 serão convidadas para participar desse projeto, em caso de aceite e cumpridas as formalidades éticas, responderão aos instrumentos para a coleta dos dados. Espera-se alcançar o número mínimo de 50 participantes. Os dados obtidos com os instrumentos serão descritos utilizando-se estatística descritiva e inferencial. Associações entre a percepção materna do bebê internado serão conduzidas com saúde emocional materna, apoio social e as estratégias de enfrentamento. Quanto aos resultados espera-se relação positiva entre percepção favorável da condição do bebê com menos indicadores de saúde emocional materna, mais apoio social e estratégias de enfrentamento mais adaptadas e realistas (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MONTANHAUR, Carolina Daniel. Percepção de mães de bebês internados em UTI neonatal : Influência de variáveis maternas, contextuais, apoio social e enfrentamento. 2018. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências (FC).

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