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Regulação androgênica, atividade biológica e sinalização celular de beta-defensinas na morfogênese do epidídimo

Processo: 16/22118-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 02 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Maria Christina Werneck de Avellar
Beneficiário:Lucas Garcia Alves Ferreira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/13816-2 - Destinos intra e extracelulares da beta-defensina SPAG11C expressa de forma transiente em células em cultura e a influência de uma potencial proteína de interação, BE.EP.MS
Assunto(s):Infertilidade masculina   Morfogênese   beta-Defensinas   Epididimo

Resumo

Disfunções da reprodução relacionadas ao trato reprodutor masculino são de interesse da saúde pública. Muitos dos problemas reprodutivos em homens adultos são de etiologia desconhecida, em parte devido à influência de fatores ambientais que afetam a morfogênese e a masculinização do trato reprodutor masculino. Em adultos, o epidídimo é um órgão essencial para a maturação e a formação de espermatozoides viáveis para fecundação. Esse tecido origina-se do ducto mesonéfrico (ou ducto de Wolff) por meio de um processo de morfogênese túbulo-epitelial induzido por androgênios. Anormalidades relacionadas à diferenciação morfológica dessa estrutura podem resultar em infertilidade na vida adulta. Por essa razão, justifica-se a melhor compreensão dos mecanismos e dos mediadores da ação androgênica que regem a morfogênese epididimária. Nos últimos anos, nosso grupo identificou a beta-defensina SPAG11C (sperm associated antigen 11 C) como um potencial fator mesenquimal, dependente de androgênio, com papel na modulação da morfogênese do ducto mesonéfrico de rato. Neste projeto, apresentamos as bases dessa descoberta e os dados experimentais que ampliaram nosso entendimento das beta-defensinas nesse tecido embrionário e dão suporte para o objetivo aqui proposto de investigar a regulação androgênica e os aspectos funcionais das beta-defensinas durante a morfogênese do epidídimo de ratos, focando nas beta-defensinas DEFB1 (defensin beta 1) e DEFB2. Para tal, avaliaremos: a) a modulação androgênica das beta-defensinas DEFB1 e DEFB2 em ductos mesonéfricos cultivados ex vivo; b) a modulação androgênica dessas beta-defensinas em ductos mesonéfricos de camundongos knockout para o receptor de androgênios; c) a influência das beta-defensinas DEFB1 e DEFB2 (recombinantes) na morfogênese do ducto mesonéfrico cultivado ex vivo e d) as bases celulares e moleculares dos efeitos dessas beta-defensinas no ducto mesonéfrico cultivado ex vivo. (AU)

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