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Efeito de vesículas extracelulares de câncer de boca na diferenciação de macrófagos

Processo: 16/19337-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Adriana Franco Paes Leme
Beneficiário:Ana Karina de Oliveira
Instituição-sede: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/08924-0 - A comunicação entre células do microambiente tumoral mediada por vesículas extracelulares favorece o estabelecimento de nicho tumoral, BE.EP.PD
Assunto(s):Proteômica   Neoplasias   Macrófagos

Resumo

Nos últimos anos, o microambiente tumoral tem recebido importante atenção dos pesquisadores, já que as células que o compõe (neoplásicas ou não) estão em um estado dinâmico de interações com as células cancerosas, gerando um ambiente favorável para o desenvolvimento tumoral. Macrófagos associados a tumores (TAM, do inglês Tumor-Associated Macrophage), também residentes neste microambiente, compreendem diferentes subtipos celulares, sendo que o subtipo M2 é mais prevalente. Macrófagos M2 estão associados ao aumento da remodelação tecidual ao estimular angiogênese e a degradação de componentes da matriz extracelular, induzindo tolerância imunológica e, dando assim, suporte ao desenvolvimento das células neoplásicas. Embora os mecanismos envolvidos na modulação de células do sistema imune durante o desenvolvimento tumoral ainda sejam pouco conhecidos, recentemente as vesículas extracelulares (VEs) tem assumido um importante papel fisiológico e patológico na comunicação célula-célula através de interações mediadas por receptores ou por transferir moléculas bioativas, incluindo receptores, proteínas, lipídios, tRNAs, mRNAs, microRNAs, e organelas, alterando o fenótipo da célula receptora. Células tumorais podem transferir informações a diferentes tipos celulares, utilizando VEs como veículo, alterando características do microambiente tumoral e estabelecendo um nicho metastático. Assim, este estudo tem o objetivo de: 1) analisar o papel de VEs na diferenciação e na modulação da atividade de monócitos e macrófagos, utilizando i) VEs isoladas das linhagens celulares SCC-9 (câncer oral de sítio primário), HSC-3 (câncer oral de sítio metastático), HaCaT (queratinócitos normais); ii) VEs isoladas de amostras de câncer oral, de hiperplasia fibrosa inflamatória, e de mucosa oral normal; 2) utilizar abordagens proteômicas para identificar proteínas contidas nestas vesículas com o objetivo de compreender o seu possível papel na modulação do fenótipo celular e na progressão do câncer oral. (AU)

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