| Processo: | 16/24488-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia do Sistema Solar |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Silvia Maria Giuliatti Winter |
| Beneficiário: | Gustavo Oliveira Madeira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anel planetário Órbita Ressonância orbital Simulação numérica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anéis planetários | Arcos Planetários | Dinâmica de pequenos corpos | ressonâncias | Dinâmica de pequenos corpos |
Resumo Os primeiros arcos planetários foram descobertos na década de 80 no anel Adams de Netuno, sendo estruturas similares descobertas posteriormente em Saturno. Com relação a estabilidade desses sistemas, esta é usualmente atribuída a ressonâncias, como ocorre com os arcos de Anthe, Methone e do anel G, todos em Saturno e os quais acredita-se serem mantidos por ressonâncias de corrotação com Mimas.Em relação a estabilidade dos arcos do anel Adams, por muito tempo esta estabilidade foi atribuída a soma dos efeitos de uma ressonância de corrotação com uma ressonância de Lindblad, ambas ao satélite Galatea. Entretanto, mudanças na posição angular e brilho desses arcos demonstraram que estes não poderiam estar em ressonância de corrotação, sendo proposto que os arcos seriam mantidos angularmente por um conjunto de quatro satélites coorbitais.Visto isto, o intuito deste projeto é estudar, para um sistema arbitrário, a capacidade de aprisionamento das ressonâncias de corrotação e Lindblad, por meio da simulação numérica de um conjunto de partículas em diversas ressonâncias com um satélite fictício que terá sua massa e parâmetros orbitais variados. Todos os sítios ressonantes serão preenchidos com partículas, possibilitando a análise da evolução orbital desses sítios sob efeitos de satélites coorbitais. Tais resultados serão aplicados aos arcos dos anel Adams de Netuno e aos arcos de Anthe, Methone e do anel G de Saturno, de modo a determinar suas evoluções orbitais e possivelmente, suas origens. | |
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