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Estudo do papel das vesículas extracelulares produzidas por promastigotas de Leishmania amazonensis na resposta imunológica e na progressão da doença

Processo: 16/25232-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Patricia Xander Batista
Beneficiário:Maytê dos Santos Toledo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/17245-4 - Avaliação dos efeitos das vesículas extracelulares liberadas por promastigotas de Leishmania amazonensis na resposta de macrófagos e na progressão da doença, AP.R
Assunto(s):Vesículas extracelulares   Macrófagos   Leishmania mexicana   Interações hospedeiro-parasita

Resumo

Leishmania spp é agente etiológico da leishmaniose, um grupo de doenças de amplo espectro de sinais e sintomas clínicos que vão desde a forma cutânea à forma visceral. A doença se inicia pela interação entre moléculas do parasita e receptores expressos na superfície de células do hospedeiro. Nos hospedeiros mamíferos, o parasita é capaz de infectar e proliferar no interior de células fagocíticas, especialmente os macrófagos. A interação parasita-hospedeiro ainda não está completamente compreendida e recentemente tem sido demonstrado que vesículas extracelulares (EVs) liberadas por algumas espécies de Leishmania parecem contribuir para o estabelecimento da infecção e imunomodulação. EVs secretadas por parasitas e micro-organismos parecem contribuir para a patogênese de doenças infecciosas mas os mecanismos envolvidos neste processo ainda não foram completamente esclarecidos. Além disso, ainda não foram realizados estudos para verificar o papel das EVs produzidas por promastigotas de L. amazonensis (uma das espécies responsáveis pela leishmaniose cutânea no Brasil) na ativação e/ou modulação de células fagocíticas, do sistema imunológico e na progressão da doença. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a influência das EVs liberadas por promastigotas de L. amazonensis sobre macrófagos, no curso da doença experimental e da resposta imunológica. Dessa forma, este projeto pode contribuir para o melhor entendimento da relação parasita-hospedeiro e da modulação/ativação do sistema imunológico na infecção por L. amazonensis. Os dados obtidos poderão ser futuramente empregados na identificação de novos alvos moleculares assim como no desenvolvimento de alternativas estratégias terapêuticas e diagnósticas. (AU)

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