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Efeito regulador da PGE2 na atividade microbicida e citocinas inflamatórias na leishmaniose visceral canina

Processo: 16/24388-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Valéria Marçal Felix de Lima
Beneficiário:Gabriela Lovizutto Venturin
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Imunologia   Arginase   Baço   Cães   Leishmaniose visceral

Resumo

A Leishmaniose visceral (LV) trata-se de uma importante doença, frequentemente fatal se não tratada. Segundo a Secretária de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo a doença está em expansão com alta taxa de mortalidade, sendo que a cidade de Araçatuba concentra o maior número de casos do estado. O cão possui grande importância epidemiológica por ser um reservatório doméstico da Leishmania spp., sendo que a doença em cães é mais prevalente que em humanos devido à falha na imunidade celular com apoptose de linfócitos T e produção de citocinas que suprimem a função microbicida dos macrófagos. A supressão das células T é bem documentada, porém os mecanismos que levam a falha na resposta imunológica são pouco conhecidos. A atividade arginase é importante na LV, pois o aumento dessa enzima pode contribuir para a multiplicação do parasita e para a redução da síntese de óxido nítrico (NO), predispondo o macrófago à infecção. Outros fatores reguladores da resposta imunológica são a prostaglandina E2 (PGE2) o fator de necrose tumoral-± (TNF-±), interleucina-10 (IL-10) e interleucina-17 (IL-17). Estudos realizados em macrófagos peritoneais e células esplênicas de camundongos infectados com L. donovani mostram que a PGE2 regula a produção de TNF-± e IL-10. Pretende-se avaliar em macrófagos aderentes do baço de cães naturalmente infectados com Leishmania chagasi, a atividade arginase, os níveis de NO2, PGE2, das citocinas TNF-±, IL-10, Il-17 e dos receptores de PGE2 (EP1, EP2, EP3 e EP4).Também será realizado nos macrófagos um ensaio com os agonistas dos receptores de PGE2 para avaliar a função regulatória da PGE2 na carga parasitária. Além disso, células de cães saudáveis serão infectadas in vitro com Leishmania infantum e esses mesmos parâmetros serão avaliados.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
VENTURIN, Gabriela Lovizutto. Efeito regulador da PGE2 na produção de TNF-α e IL-17 na atividade microbicida na leishmaniose canina.. 2019. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Medicina Veterinária..

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